Apr 26

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As primeiras fotografias profissionais de Pierre Verger (1902-1996) podem ser apreciadas pelo público de São Paulo. A mostra “O Japão de Pierre Verger - Anos 30″, inaugurada dia 19 de abril, é promovida pela Caixa Cultural Sé em parceria com a Fundação Pierre Verger, em homenagem ao centenário da imigração japonesa.

Alex Baradel, curador da exposição e responsável pelo acervo fotográfico da Fundação Pierre Verger, diz que a mostra apresenta os registros do fotógrafo francês feitos em 1934, ano que quando viajou pelo mundo e ficou durante um mês no Japão. Ouça outros podcasts sobre o centenário.

“É uma exposição interessante porque mostra um trabalho que o fotógrafo fez bem no início da carreira. Pierre Verger começou sua carreira em 1932 e essas fotos são as primeiras que ele fez como fotógrafo profissional”, conta o curador.

O curador afirma que os visitantes irão conhecer o lado do trabalho de Verger desenvolvido antes de sua chegada ao Brasil, na década de 40, onde se fixou em Salvador –local em que faleceu.

Baradel conta que se dedica há aproximadamente 5 anos ao projeto para conseguir realizá-lo em 2008, ano em que se comemora os 100 anos da vinda dos japoneses ao Brasil.

Outra exposição, “O Japão de Descamps e Desprez - Anos 90″, também é apresentada no espaço para representar a homenagem da França à imigração japonesa.

Serviço

  • Quando: Até 25 de maio, de ter. a dom., das 9h às 21h
  • Onde: Caixa Cultural (Praça da Sé, 111, tel. 0/xx/11/3321-4400)
  • Quanto: Grátis

P.S. A foto é do blog do Milton Toshiba, que descobri hoje e já linkei no blogroll. :)

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Apr 24

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participou nesta quinta-feira, 24, de uma cerimônia em Tóquio em comemoração aos 100 anos de imigração japonesa para o Brasil. Ao lado de Kohei Uehara, representante da colônia no País, ela recebeu o cumprimento do premiê Yasuo Fukuda (foto). A ministra foi apresentada em nota à imprensa do Ministério das Relações Exteriores do Japão como o nome “mais promissor” do PT para a eleição de 2010, e cumpre nesta quinta-feira uma agenda típica de chefe de Estado, como representante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dilma afirmou nesta quinta-feira que coreanos e japoneses confirmaram a participação no leilão de concessão do trem de alta velocidade que ligará Rio de Janeiro e São Paulo, prevista para o primeiro trimestre de 2009. A ministra afirmou também que o investimento estimado é de US$ 9 bilhões e que a modelagem pode prever a exigência de joint ventures entre empresas vencedoras e brasileiras.

A ministra disse que as empresas japonesas competirão com francesas e alemãs, entre outras. Entre as companhias interessadas está um consórcio formado por Mitsubishi, Mitsui, Toshiba e Kawasaki. Dilma também destacou a alta tecnologia das empresas japonesas e disse que a linha entre São Paulo e Rio de Janeiro terá paradas intermediárias e será uma alternativa a outros meios de transporte, como o avião.

Durante suas reuniões com as autoridades e empresas japonesas, Dilma também falou sobre possíveis transferências de tecnologia do Japão ao Brasil em outras áreas, como nos semicondutores. No entanto, a ministra disse que, para que haja esta transferência, o Brasil deverá fazer um esforço na formação de recursos humanos que absorvam os conhecimentos tecnológicos.

A ministra citou ainda uma licitação que acontecerá na segunda metade deste ano para a dragagem dos doze principais portos brasileiros, do qual participarão empresas japonesas.

Dilma chegou à capital japonesa na noite de segunda-feira e, na quarta-feira, fugiu da imprensa durante todo o dia. A embaixada do Brasil não divulgou sua agenda e jornalistas recebiam a informação de que Dilma não daria entrevistas. A agenda da visita incluiu encontros com quatro ministros: Masahiro Koumura (Relações Exteriores), Akira Amari (Economia, Comércio e Indústria), Tetsuzo Fuyushiba (Terra, Infra-Estrutura, Transporte e Turismo) e Hiroya Masuda (Assuntos Internos e Comunicação).
A nota à imprensa do Ministério das Relações Exteriores do Japão descreveu Dilma como o “braço direito” de Lula e o “número 2″ da administração petista, além de mencionar sua condição de presidenciável. Responsável pela implementação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Dilma também teria reuniões com representantes de empresas privadas e visitaria a central da Companhia Ferroviária do Japão.
Fonte: O Estado de S. Paulo e Efe
Foto: Shizuo Kambayashi/AP

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Apr 24

Brasileiros e japoneses reafirmaram hoje sua amizade no centenário da imigração nipônica ao Brasil com um ato solene presidido pelo imperador Akihito, cuja presença ressaltou a importância recíproca atribuída por ambos os países.

Junto com o ato oficial - que além de Akihito contou com a participação de sua mulher Michiko, do príncipe herdeiro Naruhito e das principais figuras políticas do Japão - a comemoração serviu para que as autoridades brasileiras e japonesas busquem uma aproximação econômica bilateral.

Akihito, o primeiro-ministro do Japão, Yasuo Fukuda, o ministro de Assuntos Exteriores japonês, Masahiko Komura e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se dirigiram com solenidade nipônica aos convidados.

O último discurso foi pronunciado pelo emocionado representante da comunidade japonesa no Brasil, Kokei Uehara, que aos 80 anos disse viver “um dos momentos mais honrosos” de sua vida, pois nunca sonhou “em se dirigir um dia a suas majestades imperiais”.

O imperador Akihito - que visitou o Brasil em três oportunidades, duas quando era príncipe herdeiro - se referiu ao “sofrimento físico e psicológico” dos primeiros imigrantes japoneses em solo brasileiro, que se dedicaram em sua maioria à agricultura.

O chefe de Estado lembrou ainda o esforço feito pela comunidade japonesa de São Paulo durante três anos para prestar assistência às vítimas da Segunda Guerra Mundial no Japão.

O ex-ministro de Exteriores Taro Aso se referiu em discurso às fotos que guarda da época em que seu avô, um ex-primeiro-ministro, viajou ao Brasil, imagens nas quais ele próprio aparece “divertido e alegre”.

Em 1908, o navio Kasato Maru chegou ao porto de Santos vindo de Kobe, no Japão, com 781 japoneses a bordo.

Hoje, 100 anos depois, o Brasil tem a mais numerosa comunidade nikkei (japoneses nascidos fora do Japão ou que vivem regularmente no exterior) com mais de um milhão e meio de pessoas.

Paralelamente, a terceira maior comunidade de brasileiros no exterior está no Japão.

Brasil e Japão celebraram a herança dos pioneiros do Kasato Maru e de muitos outros que uniram dois países culturalmente distantes com laços muito sólidos.

Como exemplo da mestiçagem cultural, dez crianças de ascendência japonesa e brasileira cantaram em coro o clássico de Toquinho “Aquarela” para encerrar um ato iniciado com o som dos respectivos hinos nacionais.

Na recepção posterior, representantes políticos, militares e diplomáticos dos dois países conversaram animadamente e saudaram Akihito e Michiko.

Entre os presentes na recepção, vestidos com uniformes militares, quimonos coloridos e trajes de gala, destacaram ilustres membros da comunidade nikkei, como o empresário e ex-lutador Antonio Inoki, cuja chegada chamou a atenção dos presentes.

Um dos membros mais destacados da reunião foi o comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), brigadeiro Junichi Saito, que disse estar “muito emocionado” e lamentou que seus pais não tenham podido comparecer a “uma festa tão significativa”.

O centenário coincide com uma aproximação econômica entre os dois países, com passos como a candidatura japonesa à construção de uma linha de trem de alta velocidade que futuramente ligará Rio de Janeiro e São Paulo.

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que um consórcio formado por Mitsubishi, Mitsui, Toshiba e Kawasaki tem interesse em disputar a concessão desta linha, orçada em US$ 9 bilhões.

Porém, o Brasil não se limita a receber investimento japonês em vários campos, como o siderúrgico e o agrícola.

Há poucas semanas a Petrobras anunciou a compra da refinaria Nansei Sekiyu em Okinawa (sul do Japão) com um investimento de US$ 50 milhões para atender o mercado japonês, além de outros da região, como o filipino e o chinês.

Fonte: Ultimo Segundo - EFE

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Apr 23

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No dia 24 de Abril, exatamente às 16h30, o Hotel Okura Tokyo sediará a Cerimônia do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e Ano do Intercâmbio Japão–Brasil, promovida pelo governo japonês.Na cerimônia estarão presentes Suas Majestades, o Imperador e a Imperatriz, Sua Alteza o Príncipe Herdeiro, o Primeiro-Ministro, Sr. Yasuo Fukuda, o Presidente da Câmara dos Deputados, Sr. Yohei Kono, o Presidente da Câmara dos Conselheiros (Senado), Sr. Satsuki Eda, o Presidente da Corte Suprema, Sr. Niro Shimada e o Presidente de Honra da Comissão Organizadora do Ano do Intercâmbio Japão-Brasil, Sr. Taro Aso. Também estarão presentes a Chefe da Casa Civil, representando o governo brasileiro, Sra. Dilma Rousseff, o Presidente da Associação para a Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, Sr. Kokei Uehara, além de deputados e senadores dos dois países, membros da Comissão Organizadora do Ano do Intercâmbio Japão-Brasil, entidades relacionadas ao Brasil no Japão, entidades nikkeis no Brasil, autoridades de governos locais, entre outros.

Prêmio de Mérito do Centenário da Imigração

No mesmo dia o Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão entregará Prêmio de Mérito do Centenário da Imigração também em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e Ano do Intercâmbio Japão–Brasil. A cerimônia acontece às 16h no Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Tóquio e deve reunir 145 pessoas e entidades, que têm contribuído com a imigração japonesa no Brasil e com a relação amistosa entre os dois países, receberão prêmios de mérito concedidos pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão.

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Apr 23
Yukio Suzuki no MuBE
icon1 Samantha | icon2 agenda, exposição | icon4 04 23rd, 2008| icon3No Comments »

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O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) oferece até 1º de maio a exposição A Viagem de Yukio Suzuki, que reúne 104 obras do artista japonês. A mostra, gratuita, pode ser vista das 10h às 19h, de terça a domingo. Sua obra se destaca pelas cores, formas precisas e gosto eclético. Um dos destaques da exposição é a obra Matizes da Incidência, que são 807 cartões que retratam o desenho do mesmo objeto, com o mesmo ângulo, produzidos entre 2 de outubro de 1981 a 1º de outubro de 1992. As diferenças são as alterações cromáticas por terem sido produzidos em diferentes horários do dia.

Serviço:

  • “A viagem de Yukio Suzuki” – 60 Pinturas sobre tela
  • Local: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) - Av. Europa 218, Jardim Europa - Grande Salão
  • Período: 10 de abril a 1 de maio de 2008
  • Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas
  • Informações: (11) 3081.8611
  • Entrada Franca

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Apr 23

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Quando eu era criança, meu sonho era ter bonecas parecidas comigo ou pelo menos com jeitinho japonês, como eu tinha na infância. A IFA lançou uma boneca chamada Hatsuko que me alegraria. Homenagem à colônia, será lançada oficialmente na ABRIN, a mais importante feira do segmento brinquedeiro brasileiro, que acontece de 22 a 25 de abril, no Expo Center Norte, na capital paulista.

Hatsuko é uma bonequinha nikkei, ou seja, descendente de imigrantes japoneses, assim como os que vivem no Brasil. Ela veste kimono branco estampado com flores orientais e seus olhinhos puxados dão um ar todo especial à boneca. Hatsuko tem ainda uma grande novidade: ela canta em japonês três cantigas de ninar tradicionais do Japão. É só apertar sua barriguinha que ela começar a cantar e encantar. Com jeito meigo, Hatsuko certamente conquistará as meninas, mas também fará parte do universo de colecionadores, já que sua produção será limitada. O custo médio será de R$ 99,00. Read the rest of this entry »

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Apr 21

O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão realizará, de 22 a 30 do abril, o “Programa de Intercâmbio para Jovens Líderes Nipo-Brasileiros para o Século 21″.Este programa, em comemoração ao Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e Ano do Intercâmbio Japão–Brasil, convida 25 jovens nipo-brasileiros que possam, futuramente, tornar-se líderes na comunidade nipo-brasileira ou na sociedade brasileira, e atuar como elo entre os dois países. O programa tem como objetivo aprofundar sua compreensão sobre o Japão, país de origem de seus antepassados, bem como aprofundar sua percepção com relação a seu papel no fortalecimento das relações entre o Japão e o Brasil.

Durante a estadia no Japão, estão previstas visitas a entidades variadas, a regiões locais e aulas sobre o Japão para que possam conhecer a sua política, economia, sociedade, cultura tradicional e história da imigração japonesa no Brasil, entre outros. Estes jovens líderes participarão da Cerimônia de Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e Ano do Intercâmbio Japão–Brasil

Contato: Departamento Político da Embaixada do Japão no Brasil
Responsável: Yuka Shiraishi, Segunda Secretária
Telefone: (61) 3442-4200
E-mail: yuka.shiraishi@mofa.go.jp

fonte: NIPPO Brasília

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Apr 21

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Eu achei uma graça, mas a Claudia Midori, do Comidinhas, achou meio esquisito e postou dizendo:

Japonês faz cada coisa… Ontem a Regina passou para mim esse link! Claro que não ia perder a oportunidade de colocar aqui no Comidinhas essa coisa… nem sei como chamar esse bentô com a cara do Mario Bros!”

O que vocês acham?

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Apr 21

Por Emanuella Sombra

Completados 100 anos da imigração japonesa no Brasil, os moradores do Núcleo JK preparam seu cinqüentenário. Ao lado de Ituberá e Una, no sul do Estado, receberam os primeiros japoneses na Bahia, bem depois de o navio Kasato Maru ancorar, em 1908, no Porto de Santos. Iludidos pelo enriquecimento rápido, se depararam, aqui, com solos desgastados e pouco produtivos.

O objetivo da parceria Bahia-Japão era justamente desenvolver as áreas abandonadas, além de escoar a população pobre do Sol Nascente para o Novo Mundo. Com passagens financiadas pelo Japão, 172 famílias se aventuraram no escuro – ou melhor, nas duvidosas propagandas do governo local – para, posteriormente, entrar nas estatísticas de migração interna.

Aos 71 anos, a agricultora Tsuneyo Takenami compõe estes números. Com bom humor, ela lembra das circunstâncias da viagem: 45 dias a bordo do Brazil Maru, em 1959, onde as precárias aulas de português distraíam os tripulantes. Ela passava o tempo imaginando como seria o futuro marido, o qual só conhecia de foto. Do casamento arranjado com um compatriota, vindo na primeira leva de rapazes solteiros, ela lembra com um brilho nos olhos.

“Naquela época, Una e Mata de São João só tinham mato”, lembra Tsuneyo, que já morou na região cacaueira. Em Mata, administra ao lado dos filhos uma plantação de verdura orgânica, distribuída entre redes de supermercado de Salvador. O padrão de vida confortável permite, de quando em vez, regressar à terra natal. “Se estou aqui, tenho saudade do arroz do Japão. Se estou lá, sinto falta do feijão brasileiro”, brinca.

João Koji, da associação nipônica em Salvador, estima cerca de 2 mil famílias japonesas vivendo hoje na Bahia. Cidades como Juazeiro e Barreiras fazem parte do êxodo recente, advindo da Região Sul.  Na primeira, com as plantações de uva. No oeste, com soja, milho e café. Barreiras, maior colônia japonesa do interior, sustenta cerca de 250 com a agricultura.

“Em Salvador, a imigração começou basicamente com a criação do Pólo Petroquímico, na década de 70, de pessoas vindas do Japão ou descendentes de São Paulo. Muitos não estão mais aqui, outros se tornaram comerciantes ou pequenos empresários na capital”, explica João Koji.

Fonte: A TARDE On Line

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Apr 19

Eu podia contar, mas achei uma explicação tão boa que vou é citar:

Undokai

Uma das melhores traduções que conheço para Undokai é gincana esportiva familiar. Familiar porque participam desde as crianças que já sabem andar até o avô mais idoso. Esportiva porque envolve atividade física - embora não o que primeiro vem à mente quando se menciona “esporte”: nada de futebol, aeróbica, etc. As atividades são aquelas que servem mais para relaxar e se divertir como corrida do ovo na colher, cabo de guerra, rolar no tambor, às vezes um baseball ou softball… E gincana porque são distribuídos prêmios. Geralmente para todo mundo que participa, porque esse é o espírito: confraternização.

O Undokai dura um dia inteiro e costuma ter lugar em maio, quando ainda não faz muito frio e o sol já não é tão forte. As famílias levam o bentô [farnel] de casa como se fosse um piquenique ou compram a comida no local mesmo: sushis, espetinhos, pastel, qualquer coisa que dê para comer com a mão. Bandeirinhas coloridas são estendidas por toda a extensão do campo e várias competições acontecem ao mesmo tempo, então o barulho é razoável ;o) E apitos e criançada correndo e música…

Na minha época [*caham! cof cof cof*] os preparativos começavam meses antes, pra organizar. Correr o Livro de Ouro nas empresas, comprar papel de seda colorido, mandar pra gráfica pra gulhotinar as bandeirinhas, comprar barbante e cola, montar as bandeirinhas, ver quem ia ficar no som, no caixa [onde eu ficava sempre], vixi.
fonte: Pensamentos de uma batata transgênica

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