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	<title>Nihon Nikkei - Movimento Dekassegui</title>
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	<description>Irashaimasse... Este espaço é "irmão" da comunidade do orkut Movimento Dekassegui no Japão. Chamei-a assim porque há muitos dekasseguis (pessoas que saem de sua terra natal para trabalhar temporariamente em outro lugar) e eu faço parte desta comunidade de filhos e netos de japoneses que migraram para o Brasil. Domo arigato gozaimasu.</description>
	<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:21:56 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Um Estilo de Vida Contemporâneo</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 20:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Curitiba]]></category>

		<category><![CDATA[exposição]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia e compras]]></category>

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		<description><![CDATA[
A dica é da Simone, que não é descendente de japoneses mas sempre me avisa do que envolve a colônia em Curitiba.
Esta exposição apresenta uma seleção de aproximadamente 100 objetos representativos do design japonês criados a partir de 1990, salientando os produtos utilizados na vida cotidiana.
Outros objetos criados no período pós-guerra - principalmente dos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tvparanaense.rpc.com.br/index.phtml?Video_ID=24862&amp;seq=&amp;autostart=1" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-361" title="casa-andrade-muricy" src="http://nihon.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2008/05/casa-andrade-muricy.jpg" alt="" width="339" height="330" /></a></p>
<p>A dica é da <a href="http://simonezelner.blogspot.com" target="_blank">Simone</a>, que não é descendente de japoneses mas sempre me avisa do que envolve a colônia em Curitiba.</p>
<p>Esta exposição apresenta uma seleção de aproximadamente <strong>100 objetos representativos do design japonês</strong> criados a partir de 1990, salientando os produtos utilizados na vida cotidiana.<br />
Outros objetos criados no período pós-guerra - principalmente dos anos 50 - foram incluídos para ilustrar a origem do design atual.<br />
O design de produtos de uso doméstico atua como um espelho, refletindo o estilo de vida no Japão. Este design oferece um retrato vívido das aspirações e fantasias das pessoas que usufruem os produtos assim como dos designers e empresas que os criam.</p>
<p>Admirar as mais recentes tendências e características do design japonês nos leva a trilhar os caminhos da cultura japonesa atual.</p>
<p>Serviço:</p>
<ul>
<li> Casa Andrade Muricy</li>
<li>Al. Dr. Muricy, 915 - Centro - Curitiba - PR</li>
<li>De 8 de maio a 1 de junho de 2008</li>
<li>3ªa 6ª feira, das 10h às 19h - Sábado e Domingo, das 10h às 16h</li>
<li> Visitas guiadas para grupos (41) 3321-4816</li>
</ul>
<p>Obs: Nesse <a href="http://tvparanaense.rpc.com.br/index.phtml?Video_ID=24862&amp;seq=&amp;autostart=1" target="_blank">vídeo</a> dá para ver um pouco da exposição Paraná TV 1ª Edição</p>
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</p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Pintura do Universo de Takashi Fukushima</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 20:33:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[exposição]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista, com curadoria do crítico Jacob Klintowitz, apresenta um panorama da carreira do pintor Takashi Fukushima em 18 trabalhos de três fases do artista, incluindo 16 obras inéditas, na mostra A Pintura do Universo que abre em 12 de maio e permanece até 20 de junho.
Os inéditos fazem parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://style.hitechlive.com.br/wp-content/uploads/2008/05/takashi-fukushima.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-166" title="takashi-fukushima" src="http://style.hitechlive.com.br/wp-content/uploads/2008/05/takashi-fukushima.jpg" alt="" width="441" height="157" /></a></p>
<p>O Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista, com curadoria do crítico Jacob Klintowitz, apresenta um panorama da carreira do pintor Takashi Fukushima em 18 trabalhos de três fases do artista, incluindo 16 obras inéditas, na mostra A Pintura do Universo que abre em 12 de maio e permanece até 20 de junho.</p>
<p>Os inéditos fazem parte de duas séries: “Cidade e Campo”, oito obras que estavam em Paris e nunca foram mostradas no Brasil; “Planetas”, oito trabalhos que foram realizados entre 2007 e 2008.</p>
<p>Segundo um dos mais importantes críticos de arte brasileiros, Frederico Morais, “&#8230; Takashi Fukushima mantém em sua pintura um ideal de beleza associado a um domínio oficinal que beira o virtuosismo. Sua pintura, tranqüila e elegante, é o retrato de sua personalidade discreta, quase tímida, mas persistente&#8230;” e “&#8230; com seus antepassados, Takashi Fukushima contempla a natureza, mas o faz dinamicamente, com os filtros da vida moderna. Mais do que contemplar, a atitude passiva, procura refletir ativamente sobre esta mesma natureza. Não é nostálgico, nem maniqueísta. Como ele mesmo afirma: ‘Eu não contesto. Constato’ “.</p>
<p>Curador da mostra, Jacob Klintowitz afirma no texto do catálogo, “Eu não sei se o pintor Takashi Fukushima é o mais brilhante dos nisseis que tivemos a sorte de ver nascer no Brasil. Mas tenho certeza de que em nenhum outro o sentimento profundo de identificação com a natureza é tão presente.“</p>
<p>O Espaço Cultural Citi renova a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo, no espaço que, atravessando o prédio do Citi, liga a Avenida Paulista à Alameda Santos, um dos principais ícones de São Paulo, e é visitado mensalmente por cerca de 50 mil pessoas. Desde 2005, passaram por ali nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Ivald Granato e a ceramista Shoko Suzuki, entre outros.</p>
<p>O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11 4009 3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita.</p>
<p>A Pintura do Universo, por Jacob Klintowitz<span id="more-359"></span></p>
<p>Eu não sei se o pintor Takashi Fukushima é o mais brilhante dos nisseis que tivemos a sorte de ver nascer no Brasil. Mas tenho certeza de que em nenhum outro o sentimento profundo de identificação com a natureza é tão presente. Esta relação amorosa com a ordem natural é de tal maneira reveladora que podemos chamá-la de sacra. E a manifestação concreta desta relação, pois se trata de um artista que objetiva este sentimento, é um percurso pontuado por delicadas paisagens terrenas e cósmicas que nos permitem vivenciar a sutileza deste universo que é também a nossa casa.</p>
<p>Este binômio, estes dois vetores existenciais, determinam a obra de Takashi Fukushima: o seu profundo sentimento da natureza e a obrigação do ofício da arte. A sua obra é a celebração desta dupla fidelidade. Ele percebe a paisagem do planeta, as formas primitivas dos mais ínfimos habitantes, a música sideral das esferas e torna em conhecimento esta sensação ao codificá-la em formas estéticas numa pintura sem igual entre nós, feita de diáfanas relações cromáticas, organizada espacialmente com tal sabedoria que temos, numa linguagem inteiramente humana, a representação da época e de nosso lugar, o universo.</p>
<p>Certamente a sua é uma pintura que nos adverte para o insano relacionamento do homem com a natureza. Não há diferença entre a cidade e o campo, dicotomia clássica que a literatura, desde o século dezenove, tornou explícita. A destruição é comum à cidade e ao campo, pois o elemento desarmônico é o mesmo, o homem que se julga senhor do mundo. A sua conhecida série “Cidade e Campo” (1985), magnífica construção de contrastes formais, fixou esta realidade.</p>
<p>A constante presença da paisagem na sua pintura, da mesma altura do registro de Alberto da Veiga Guignard, nos conscientiza da beleza natural do mundo, vista pelo artista como a verificação do existente, como a lição da natureza colocada diante dos nossos olhos. Takashi Fukushima nos diz que é possível ver, e nos mostra uma maneira de ver, desde que o nosso olhar não esteja velado pela vaidade.</p>
<p>Na sua fase onde registra a existência de animais marítimos (1995), nas suas enoveladas organizações celulares, o artista valeu-se dos avanços da ciência e da peregrinação em busca do inventário do real. Ciente deste mundo, até então submerso, ele o tornou linguagem, em pinturas literalmente complexas e holísticas, onde cobriu o suporte de cores e novas formas, numa aventura similar a criação dos oceanos. O submerso emergiu como arte, neste caso, igualmente um comentário sobre o processo de criação artística. Takashi Fukushima deu concretitude ao que habitava na profundidade.</p>
<p>Atualmente, o assunto de sua arte é o universo. Da paisagem que estava diante do nosso olhar velado, aos pequenos seres submersos que a ciência nos presenteou, até o macro, este universo do qual sabemos por imagens especulares e cálculos matemáticos e nos quais, a referência terrena da linha do horizonte, desaparece. No universo não existe o acima e o abaixo, a linha do horizonte, mas uma relação de massas cujo paradigma é a totalidade. É este assunto, quase impossível para um pintor, que Takashi Fukushima enfrenta e tornou em sinfonia pictórica, ao organizar uma visualidade abrangente, deslocada do hábito convencional da leitura paulatina e progressiva. O artista procedeu como se, ao pintar, estivesse descobrindo um novo universo e aprendendo com ele um deslumbrante paradigma conceitual.</p>
<p>O Artista</p>
<p>Takashi Fukushima, nasceu na cidade de São Paulo, em 1950, filho do artista plástico japonês Tikashi Fukushima (1920-2001). Pintor, gravador, desenhista e cenógrafo, Takashi realiza em 1975, a graduação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU/USP. Em 1986, ilustra o livro infantil Nuvem Feliz, de Alice Ruiz e no ano seguinte, realiza a concepção visual e cenários da peça Pássaro do Poente, do Grupo Ponkã, recebendo o Prêmio Molière pelo trabalho. Em 1988, ganha o Prêmio Apetesp, Mambembe/Inacen e dois anos depois, realiza estudos na Universidade Nacional de Arte e Música de Tóquio, com bolsa de pesquisa concedida pela Fundação Japão. Em 1991, recebe menção honrosa no 6º prêmio Museu da Casa Brasileira. Desde 1992, é professor de desenho no curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade Belas Artes de São Paulo. Em 2001 faz a coordenação geral da exposição Tikashi Fukushima, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, organiza o livro Fukushima, dedicado à obra de seu pai, Tikashi Fukushima, e realiza o mestrado em estruturas ambientais urbanas pela FAU/USP, sob orientação de Issao Minami, e em 2005 conclui o doutorado em Arquitetura e Design pela FAU/USP, onde também leciona.</p>
<p>Takashi Fukushima – Principais Exposições</p>
<p>Exposições Individuais:</p>
<ul>
<li>2004 - Kashima Furiai Center - Kashima, Japão.</li>
<li>2002 - “Sinais do Tempo” - Valu Oria Galeria de Arte - São Paulo, SP.</li>
<li>1999 - “Tempos Flutuantes” - Pinacoteca do Estado de São Paulo – São Paulo, SP.</li>
<li>1998 - “WaterColors” – Amcham Art Gallery – Sao Paulo, SP.</li>
<li>1995 - Galeria Nara Roesler - São Paulo, SP.</li>
<li>1993 - Galeria Volpi, Fundação Cultural Cassiano Ricardo - São José dos Campos,SP.</li>
<li>1992 - Galeria Montesanti-Roesler - São Paulo, SP.</li>
<li>1991 - Gabinete de Arte Raquel Arnaud - São Paulo, SP.</li>
<li>1989 - Espace Latino Americain - Paris, França.</li>
<li>1988 - “Das Naturezas” - Paulo Figueiredo Galeria de Arte - São Paulo, SP.</li>
<li>1986 - “Céus e Terras” - Galeria Realidade - Rio de Janeiro, RJ.</li>
<li>1986 - “Jardim Sintético I e II” - Toki Arte SP e Artespaço - Recife, PE.</li>
<li>1985 - “Cidade e Campo” - Galeria Alberto Bonfiglioli - São Paulo, SP.</li>
<li>1985 - “Natureza Urbana” – Paulo Darzé Galeria de Arte - Salvador, BA.</li>
<li>1984 - “Desenhos e Lhitos” - Pitanga do Amparo Arquitetura e Arte - São Paulo, SP.</li>
<li>1984 - Galeria Bonfiglioli, São Paulo, SP</li>
<li>1983 - Gravuras na Cristal, com Paulo Figueiredo Galeria de Arte SP</li>
<li>1983 - “Paisagem Continua” - Paulo Prado Galeria de Arte, São Paulo, SP.</li>
<li>1982 - “Shizen” - Galeria Bonfiglioli – São Paulo, SP.</li>
<li>1982 - Pitanga do Amparo Arquitetura e Arte, São Paulo, SP</li>
<li>1982 - Itaugaleria, São Carlos, SP</li>
<li>1981 - Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasilia DF</li>
<li>1981 - Galerie Libre - Montreal, Canadá.</li>
<li>1981 - Paulo Prado Galeria de Arte, São Paulo, SP</li>
<li>1980 - Galeria Salamandra - Porto Alegre, RS.</li>
<li>1980 - Casa das Artes, são José dos Campos, SP</li>
<li>1979 - “Wonderlandscape” - Galerie Libre - Montreal, Canadá</li>
<li>1979 - “Paisagens de Lugar Nenhum”, Galeria Projecta SP</li>
<li>1978 - Galeria Civiltec, Guarujá SP</li>
<li>1978 - Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasília, DF</li>
<li>1977 -  Galeria Paulo Prado, SP</li>
<li>1977 - Galerie Libre – Montreal - Canadá.</li>
<li>1977 - Inform All Art Gallery - Toronto, Canada.</li>
<li>1977 - Museu de Arte e Cultura Popular UFMT - Cuiabá, TM.</li>
<li>1976 - Oscar Seraphico Galeria de Arte, Brasilia, DF</li>
<li>1976 - Galeria Eucatexpo - Rio de Janeiro, RJ.</li>
<li>1974 - Real Galeria de Arte, RJ</li>
<li>1973 - Galeria de Arte CCBEU, Santos</li>
<li>1972 - OPUS Galeria de Arte, SP</li>
<li>1971 - OPUS Galeria - São Paulo, SP.</li>
<li>Exposições Coletivas:</li>
<li>Bienais / Trienais</li>
<li>2004 - Diálogos - 3ª. Bienal de Arte e Cultura de Jaboticabal - Jaboticabal, SP.</li>
<li>2003 - I Quadrienal Internacional de Aquarelas, FSM, SP</li>
<li>2001   -  Instalação: Jardim dos Sentidos - Bienal 50 Anos: uma homenagem a Ciccillo Matarazzo, FBSP – São Paulo, SP. 2001 - Organiza e publica pela IMESP, como objeto de Mestrado pela FAU-</li>
<li>1997 - FLORESTANACIDADE, 3ª Bienal Internacional de Arquitetura,SP</li>
<li>1993 - Santos SP - 4ª Bienal Nacional de Santos, Centro Cultural Patrícia Galvão</li>
<li>1991 - Osaka (Japão) - 2ª Trienal Internacional de Gravura de Osaka</li>
<li>1991   - II Trienal Internacional de Gravura - Osaka, Japão.</li>
<li>1990 - I Bienal Brasileira de Design, Curitiba ,tapeçaria produzida pela Cia de Tapetes Ocidentais</li>
<li>1990 - Bienal Brasileira de Design, Curitiba</li>
<li>1975 - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - prêmio aquisição Sala Brasília - São Paulo, SP</li>
<li>1974 - São Paulo SP - Bienal Nacional 74, na Fundação Bienal</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura Japonesa, Moda e Arte</title>
		<link>http://nihon.samshiraishi.com/2008/05/15/100-anos-da-imigracao-japonesa-no-brasil/curso-mam/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 21:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[arte]]></category>

		<category><![CDATA[curso]]></category>

		<category><![CDATA[moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Seguindo a linha da exposição “Quando vidas se tornam forma: diálogo com o futuro – Brasil-Japão”o MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) promove um workshop sobre “Cultura japonesa, moda e arte”.
O objetivo do curso, coordenado por Maria Cláudia Bonadio,  é observar a importância da estética oriental e da produção dos designers japoneses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo a linha da exposição “<a href="http://www.samshiraishi.com/japao-no-mam/" target="_blank">Quando vidas se tornam forma: diálogo com o futuro – Brasil-Japão</a>”o MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo) promove um workshop sobre “Cultura japonesa, moda e arte”.</p>
<blockquote><address>O objetivo do curso, coordenado por Maria Cláudia Bonadio,  é observar a importância da estética oriental e da produção dos designers japoneses para a moda internacional e seus diálogos com a arte, do final do século XIX aos dias de hoje. As aulas tratam das utilizações e influências das tradições, cultura e visualidade japonesa em diferentes momentos da história da moda ocidental (inclusive no Brasil); a valorização da materialidade têxtil e o diálogo com a arte, propostos pelos designers de moda japoneses a partir dos anos 1980 e as aproximações entre a moda japonesa contemporânea, cultura pop, arte e tecnologia digital.</address>
</blockquote>
<p>SERVIÇO:</p>
<ul>
<li> Workshop MAM-SP: “Cultura japonesa, moda e arte”, coordenação de Maria Cláudia Bonadio</li>
<li> Inscrição a partir de abril pelo email cursos@mam.org.br e pelos telefones 5085-1312 e 1313</li>
<li> Início: 31 de maio (sábado)</li>
<li> Duração • 5 aulas (sábados, das 11h às 13h)</li>
<li> Preço: R$ 300 (em até 2x)</li>
<li> 30 vagas</li>
<li> Público • adulto</li>
<li> Local: MAM-SP</li>
<li> Endereço: Parque do Ibirapuera, av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3</li>
<li> tel (11) 5085-1300</li>
<li>Site: www.mam.org.br</li>
</ul>
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</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Japão lança moeda do Centenário</title>
		<link>http://nihon.samshiraishi.com/2008/05/09/100-anos-da-imigracao-japonesa-no-brasil/japao-lanca-moeda-do-centenario/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano no Japão]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo japonês foi obrigado a refazer moedas comemorativas do Centenário e até o dia 28 de maio é possível fazer reservas das moedas de ¥ 500 em homenagem ao Centenário da Imigração. As moedas especiais, estampadas com a imagem do navio Kasatomaru, fazem parte de um kit que contém outras seis moedas, de ¥ 1 a ¥ 500.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nihon.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2008/05/moeda-do-centenario.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-358" title="moeda-do-centenario" src="http://nihon.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2008/05/moeda-do-centenario.jpg" alt="" width="400" height="284" /></a></p>
<p>O governo japonês foi obrigado a refazer moedas comemorativas do Centenário e até o dia 28 de maio é possível fazer reservas das moedas de ¥ 500 em homenagem ao Centenário da Imigração. As moedas especiais, estampadas com a imagem do navio Kasatomaru, fazem parte de um kit que contém outras seis moedas, de ¥ 1 a ¥ 500.</p>
<p>A Casa da Moeda do Japão está colocando à venda 142.000 kits, pelo preço de ¥ 2.400 cada e as reservas podem ser feitas por cartão-postal (hagaki). A moeda de ¥ 500 em homenagem ao Centenário da Imigração vai ser lançada oficialmente no dia 18 de junho. A partir desta data, será possível adquirir apenas a moeda comemorativa em bancos e agências dos correios em todo o país.</p>
<p>:: Como fazer a inscrição ::</p>
<p>Envie correspondência para:</p>
<ul>
<li> T539-0049</li>
<li> Osaka-shiten</li>
<li> Japan Mint</li>
<li> Nippaku Kahei Set-gakari</li>
</ul>
<p>Não esqueça de anexar seus dados:</p>
<ul>
<li> Código postal</li>
<li> Endereço</li>
<li> Nome</li>
<li> Telefone</li>
</ul>
<p>* Só será vendido um kit por pessoa e se os pedidos ultrapassarem o número de kits disponíveis, haverá sorteio.<br />
* Os sorteados receberão um formulário para pagamento até início de junho.<br />
*Informações: 050-5548-8686, das 8h às 21h, em japonês</p>
<p>Fonte: IPC</p>
<p class="akst_link"><a href="http://nihon.samshiraishi.com/?p=357&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por e-mail, adicionar ao del.icio.us, etc." id="akst_link_357" class="akst_share_link" rel="nofollow">Compartilhe!</a>
</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Em Londrina a Festa da Imigração já começou</title>
		<link>http://nihon.samshiraishi.com/2008/05/05/uncategorized/em-londrina-a-festa-da-imigracao-ja-comecou/</link>
		<comments>http://nihon.samshiraishi.com/2008/05/05/uncategorized/em-londrina-a-festa-da-imigracao-ja-comecou/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 May 2008 13:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[
A inauguração de um monumento gigante no centro de Londrina, ao Norte do Paraná, é um dos eventos programados para comemorar o centenário da imigração japonesa ao Brasil, o Imin100. A simbologia da construção vazada remete e festeja o acolhimento de braços abertos pelos brasileiros na época da chegada dos imigrantes ao Brasil e dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-351" title="londrina_portal_japones" src="http://nihon.samshiraishi.com/wp-content/uploads/2008/05/londrina_portal_japones.jpg" alt="" width="499" height="333" /></p>
<p>A inauguração de um monumento gigante no centro de Londrina, ao Norte do Paraná, é um dos eventos programados para comemorar o centenário da imigração japonesa ao Brasil, o Imin100. A simbologia da construção vazada remete e festeja o acolhimento de braços abertos pelos brasileiros na época da chegada dos imigrantes ao Brasil e dos paranaenses na ocupação do Norte do estado.</p>
<p>Mas além da cidade, a segunda maior comunidade japonesa no Paraná, atrás apenas de Curitiba, a comemoração se estende a dezenas de municípios paranaenses, dentre eles Rolândia, Apucarana, Umuarama e Maringá.</p>
<p>Calendário</p>
<ul>
<li>Dia 4 – Torneio de futebol Imin 100 anos, em Londrina e o Paraná Matsuri, em Curitiba.</li>
<li>Dia 8 – Abertura Design do Japão Hoje 100, em Curitiba.</li>
<li>Dia 9 – Festa da Cerejeira, em Apucarana, e Concurso Nacional de Haikai, em Curitiba.</li>
<li>Dia 12 – Consultoria Empresarial e palestras para dekasseguis que pretendem ir trabalhar no Japão, em Curitiba.</li>
<li>Dia 15 – Exposição de fotografias, em Ponta Grossa.</li>
<li>Dia 16 – Apresentação Manjushaka, em Maringá.</li>
<li>Dia 23 – Show musical com Minami Kanako e Expo Japão, em Londrina</li>
<li>Dia 30 – Sessão criando o Dia Pontagrossense do Imigrante Japonês e jantar típico japonês.</li>
<li>Dia 31– Torneio de golfe, em Ponta Grossa.</li>
</ul>
<p>O principal destaque da comemoração, que já começou e se estende até dezembro deste ano, é a vinda da família imperial, que chega ao Paraná no dia 22 de junho, cinco dias após a data em que os primeiros imigrantes japoneses desembarcaram no Porto de Santos, em 1908. De Londrina, a família imperial vai a Rolândia, Maringá e, depois, a Curitiba, onde inaugura o Parque do Japão.</p>
<p>Em Maringá foi criada uma secretaria municipal extraordinária focada nas comemorações. Encabeçada por Shudo Yasunaga, a cidade viverá um momento de inaugurações, dentre as quais um parque de 100 mil metros quadrados e até um ginásio de esportes para treinamento de excelência em judô. Ele diz que, apesar da comunidade ter em torno de 15 mil pessoas – a terceira maior do Paraná –, ela é considerada uma das mais representativas do Brasil.</p>
<p>As feiras também serão um destaque nos festejos, como afirma Yuichi Oshima, coordenador do Imin100 de Curitiba e vice-presidente da Associação Cultural Nikkei. Na capital paranaense ele destaca o Imin Matsuri, que ocorre em junho no Parque Barigüi. &#8220;Além das apresentações culturais tradicionais e das comidas japonesas, que agradam em cheio aos não descendentes, haverá uma exposição de robótica com empresas mundiais de alta tecnologia&#8221;, conta.</p>
<p>A tônica da festa da imigração se baseia na idéia de integração. Apesar de ser uma festa da comunidade, ela vem sendo produzida pelas mãos de ocidentais. &#8220;Podemos concluir que 70% das pessoas que organizam o evento são de não-descendentes&#8221;, como relata Ywao Miyamoto, coordenador geral da Expo Imin100 Londrina. &#8220;Não queremos celebrar a saudade ou o sofrimento dos nossos pais e avós nos cafezais, mas sim celebrar o futuro e a integração com os brasileiros&#8221;, diz.</p>
<p>Fonte: <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=762560&amp;tit=A-festa-da-imigracao-ja-comecou" target="_blank">RPC</a>, envido por e-mail por <a href="http://simonezelner.blogspot.com" target="_blank">Simone Zelner</a>. <a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&amp;id=762560&amp;tit=A-festa-da-imigracao-ja-comecou" target="_blank"><br />
</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Número de japoneses no Brasil cai sem parar</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 12:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>

		<category><![CDATA[issei]]></category>

		<category><![CDATA[japoneses no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[nihonjin]]></category>

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		<description><![CDATA[Um século depois da chegada do primeiro navio com japoneses a Santos (SP), um levantamento a que o G1 teve acesso mostra que a presença deles no Brasil não pára de cair. Os números são do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um século depois da chegada do primeiro navio com japoneses a Santos (SP), um levantamento a que o G1 teve acesso mostra que a presença deles no Brasil não pára de cair. Os números são do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão.</p>
<p>A contagem leva em conta japoneses com dois tipos de visto: permanente e de longa permanência (este para estada de até dois anos para trabalho).</p>
<p>Em 1996, eram 89.005 japoneses no Brasil. Em 2006, de quando é o último censo, o número de nipônicos no país já era de 64.802, uma diferença de quase 30%. Entre o período de 1996 e 2006.</p>
<p>A Embaixada do Japão, que repassou o levantamento ao G1, apresentou uma explicação oficial para a menor presença de japoneses por aqui: a morte ao longo dos anos, o que deixa a entender também que o número de novos imigrantes não é suficiente para compensar os que faleceram.</p>
<p>Em tempos de menos nipônicos no Brasil, a professora Yumi Tanabe é uma exceção. Ela trocou Nagoya pelo Rio há oito meses para dar aula de japonês.</p>
<p>&#8220;Lá no Japão ensinava também para peruanos, mas me identifiquei muito com os brasileiros e vim para cá&#8221;, diz Tanabe, que chegou à Associação Nikkei, onde dá aula o sábado inteiro, por meio de um programa de intercâmbio.</p>
<p>O plano da professora é voltar para casa quando acabar o visto, de dois anos.</p>
<p>Quem não pensa em voltar tão cedo é o artista gráfico Nabuyuki Ogata. Depois de passagens por cidades do mundo inteiro, foi no Rio que ele conseguiu a inspiração que tanto procurava: &#8220;Cheguei aqui há oito anos e vi que tinha muitas possibilidades para o meu trabalho. &#8216;É a natureza ao lado do urbano, a praia ao lado das montanhas. Adoro aqui&#8221;, diz Ogata, há oito anos no Brasil.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/.../0,,MUL413286-9980,00-NUMERO+DE+JAPONESES+NO+BRASIL+CAI+SEM+PARAR+NOS+ULTIMOS+ANOS.html" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Ministra do Turismo visita Liberdade</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

		<category><![CDATA[manabu mabe]]></category>

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		<description><![CDATA[A ministra do Turismo, Marta Suplicy, visita hoje às 14h, o prédio do antigo Colégio Campos Salles, no bairro da Liberdade, em São Paulo. Lá será instalado o “Museu da Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe”. O projeto para criação do Museu foi apresentado ao Ministério do Turismo pelo deputado federal Walter Ihoshi. E agora o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Turismo, Marta Suplicy, visita hoje às 14h, o prédio do antigo Colégio Campos Salles, no bairro da Liberdade, em São Paulo. Lá será instalado o “<strong>Museu da Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe</strong>”. O projeto para criação do Museu foi apresentado ao Ministério do Turismo pelo deputado federal Walter Ihoshi. E agora o Ministério do Turismo estuda a proposta de apoio à iniciativa, tendo em vista que congrega as culturas brasileira e japonesa, em pleno Centenário da Imigração Japonesa no Brasil. O projeto já tem o patrocínio da Nossa Caixa, Standard Bank, Companhia Energética de São Paulo (CESP) e ABC Brasil (Arab Banking Corporation), por meio da Lei Rouanet, de incentivo à cultura.</p>
<p>A restauração do Colégio Campos Salles, para se transformar no Museu Manabu Mabe, teve início em 2006. A obra tem por objetivo devolver ao prédio as características do estilo eclético Liberty, que tinha quando foi construído, em 1911, pelo arquiteto italiano Giovanni Batista Bianchi.</p>
<p>Manabu Mabe (1924-1997) foi um destacado artista plástico. Com 10 anos, imigrou com a família do Japão para o Brasil. Começou a pintar aos 18. E, aos 35 anos de idade, em 1959, recebeu, durante a V Bienal de São Paulo, o Prêmio de Melhor Pintor Nacional das mãos do Presidente Juscelino Kubitschek. A partir de então, Mabe foi muitas vezes homenageado, inclusive com o Prêmio Braun, na I Bienal de Jovens de Paris.</p>
<p>Suas obras estão expostas em importantes espaços no Brasil e no exterior, como, por exemplo, no MASP, MAM-SP, Museu de Arte Contemporânea da USP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM-RJ, Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.  E no The Museum of Contemporany Art, em Boston, e Walker Art Center, Minneapolis, nos Estados Unidos. No Japão, há obras expostas no The National Museun of Art, em Kioto, no The Kumamoto Museun of Art, em Kumamoto, e The National Museun of Art, em Osaka, entre outros.</p>
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		<item>
		<title>Kit terremoto japonês</title>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 13:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[cotidiano no Japão]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando cheguei no Japão, apenas dois anos depois do terremoto de Kobe, um programa especial da IPC-Tv (que retransmitia Globo Internacional por lá)  me ensinou várias coisas sobre o que  devia fazer em caso de terremoto (jishin em japonês). Uma das providências que levei mais a sério foi ter um kit terremoto. Nunca usei o meu, mas dizem que manter este kit a mão pode garantir a sobrevivência até que a situação se normalize.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando cheguei no Japão, apenas dois anos depois do terremoto de Kobe, um programa especial da IPC-Tv (que retransmitia Globo Internacional por lá)  me ensinou várias coisas sobre o que  devia fazer em caso de terremoto (jishin em japonês). Uma das providências que levei mais a sério foi ter um kit terremoto. Nunca usei o meu, mas dizem que manter este kit a mão pode garantir a sobrevivência até que a situação se normalize.</p>
<p>Confira alguns ítens essenciais para o kit-terremoto e monte o seu:</p>
<p>a) Velas<br />
b) Rádio, com pilhas novas<br />
c) Produtos alimentícios em conservas, como enlatados ou desidratados<br />
d) Água, lembrando sempre de verificar a validade<br />
e) Um cobertor impermeável<br />
f) Um fogão portátil e desmontável<br />
g) Uma caixa de primeiros-socorros (anestésico - band-aid, etc)<br />
h) Uma corda resistente<br />
i) Uma lanterna com pilhas novas<br />
j) Cópias dos principais documentos (passaporte, registro de estrangeiro, etc)<br />
h) Caderneta com os telefones de amigos e familiares (caso perca o acesso ao celular)<br />
i) Moedas de 10 ienes (para usar o telefone público)<br />
j) Uma sacola plástica (serve como balde no caso de ter que buscar água)<br />
k) Filme plástico(na falta de água, se cobrir o prato ou o objeto que estiver comendo, poderá ser utilizado várias vezes)<br />
l) Fósforos e isqueiro<br />
m) Tesoura<br />
n) Capa de chuva<br />
o) Papel higiênico</p>
<p>Lembre-se ainda:<br />
a) Caso tenha crianças acrescentar mamadeiras e fraldas descartáveis.<br />
b) Caso haja idoso, acrescentar o que lhe for necessário, tal como remédios, fraldas, etc.</p>
<p>Supermercados e lojas do tipo Home-centers oferecem kits prontos ao preço médio de 10 mil ienes. Mas você pode preparar o seu, de acordo com sua preferência.</p>
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		<item>
		<title>Jornalistas de origem japonesa homenageados em S. Paulo</title>
		<link>http://nihon.samshiraishi.com/2008/04/30/uncategorized/jornalistas-de-origem-japonesa-homenageados-em-s-paulo/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[jornalistas]]></category>

		<category><![CDATA[nikkei]]></category>

		<category><![CDATA[shimbun]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda-feira, 28, uma sessão solene na Câmara Municipal de São Paulo prestou homenagem a jornalistas de origem japonesa e veículos de comunicação da comunidade nipo-brasileira. O evento reuniu cerca de 100 pessoas, entre homenageados e convidados, e coincidiu com o 100º aniversário da partida do primeiro navio com imigrantes japoneses para o Brasil, o Kasato Maru.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira, 28, uma sessão solene na Câmara Municipal de São Paulo prestou homenagem a jornalistas de origem japonesa e veículos de comunicação da comunidade nipo-brasileira.</p>
<p>O evento reuniu cerca de 100 pessoas, entre homenageados e convidados, e coincidiu com o 100º aniversário da partida do primeiro navio com imigrantes japoneses para o Brasil, o Kasato Maru.</p>
<p>A sessão foi uma iniciativa do vereador Aurélio Nomura, em parceria com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, a Federação Nacional dos Jornalistas e o jornal São Paulo Shimbun, e integra as comemorações do centenário da imigração japonesa para o Brasil.</p>
<p>Foram homenageados 27 jornalistas de origem nipônica que trabalham ou trabalharam em diferentes órgãos de informação da mídia brasileira, seis correspondentes japoneses que atuam no Brasil e 15 veículos de comunicação da comunidade nipo-brasileira.</p>
<p>Ao final da sessão, foi realizada a cerimônia do saquê e servido um coquetel aos presentes. O SJSP foi representado por seu presidente, Guto Camargo, e a FENAJ, pelo diretor Alcimir do Carmo. Acompanharam a sessão o vice-presidente da ABI, Audálio Dantas, e o presidente da Arfoc-SP, Rubens Chiri, entre outros representantes de entidades e instituições.</p>
<p>Homenageados<span id="more-346"></span></p>
<p>Profissionais de imprensa</p>
<ul>
<li>* Keigo Tanaka</li>
<li>* Yukio Asaji</li>
<li>* Hiroshi Noguchi</li>
<li>* Takao Miyagui</li>
<li>* Ernesto Yoshida</li>
<li>* Sanenari Oshiro</li>
<li>* Mirian Lie Hatanaka</li>
<li>* Célia Abe Oi</li>
<li>* Jorge Junzi Okubaro</li>
<li>* Celso Kinjô</li>
<li>* Nair Keiko Suzuki</li>
<li>* Hideo Onaga (Falecido - Representado pela esposa Neyde Garcia)</li>
<li>* José Yamashiro (Falecido - Representado pela filha Denise Yamashiro)</li>
<li>* Lenita Otsuka</li>
<li>* Antonio Quioshi Goto</li>
<li>* Giuliano Tamura Aranha</li>
<li>* Milton Toshiyuki Michida</li>
<li>* Hélcio Kawano Nagamine</li>
<li>* Matuiti Mayezo</li>
<li>* Nilton Yassunori Fukuda</li>
<li>* Sérgio Akira Tomizaki</li>
<li>* Hélio Nório Toda</li>
<li>* Satoru Takaesu</li>
<li>* Reiko Miura</li>
<li>* Renato Akimasa Yakabe</li>
<li>* Rivaldo Chinem</li>
<li>* Roberto Iizuka</li>
</ul>
<p>Correspondentes de veículos estrangeiros</p>
<ul>
<li>* Katsuhiko Suzuki - Jiji Press</li>
<li>* Makoto Danjo - Nihon Keizai Shimbun (Nikkei Shimbun)</li>
<li>* Hiroshi Ishida - Asahi Shimbun</li>
<li>* Eiji Hamanishi - NHK – Nippon Hoso Kyokai (TV Estatal Japonesa)</li>
<li>* Isaku Kotera - Yomiuri Shimbun (Rio de Janeiro)</li>
<li>* Masaharu Nanami - Kyodo News (Rio de Janeiro)</li>
</ul>
<p>Veículos de comunicação nipo-brasileiros</p>
<ul>
<li>* IPC TV/AFILIADA À REDE GLOBO - Diretor da Globo Internacional: Amauri Soares</li>
<li>* JORNAL SÃO PAULO SHIMBUN - Presidente: Gilberto Kosaka</li>
<li>* NIKKEY SHIMBUN - Presidente: Raul Takaki</li>
<li>* IMAGENS DO JAPÃO TV - Presidente: Mario Jun Okuhara</li>
<li>* RADIO E TV NIKKEY - Presidente: Paulo Nobuo Miyagui</li>
<li>* FATOS BJ REVISTA BRASIL-JAPÃO - Presidente: Jiro Mochizuki</li>
<li>* EDITORA BUMBA - Presidente: Tamiko Hosokawa</li>
<li>* JORNAL NIPPO-BRASIL - Presidente: Suzana Muranaga Bartels</li>
<li>* JORNAL NIKKEY - Presidente: Clarice Tanaka</li>
<li>* SHIMBUN EXPRESS - Editor: Oswaldo Higa</li>
<li>* MADE IN JAPAN - Editor: Alexandre Sammogini</li>
<li>* EDITORA BRASIL SEIKYO LTDA - Jornalista Responsável: René Takeuti</li>
<li>* REVISTA MUNDO OK - Editor: Rodrigo Meikaru</li>
<li>* REVISTA SELEÇÃO ECONÔMICA - Editor: Tasuku Nagata</li>
<li>* JORNAL DAS NAÇÕES - Mario Tonita</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Undokai reune 3 mil em Bauru</title>
		<link>http://nihon.samshiraishi.com/2008/04/29/100-anos-da-imigracao-japonesa-no-brasil/undokai-reune-3-mil-em-bauru/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 20:46:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Samantha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[100 anos da imigração japonesa no Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[undokai]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais de 3 mil membros da colônia japonesa de Bauru e região se reuniram ontem, no Recanto Tenri, para o tradicional Undokai, a festa de confraternização que, ao mesmo tempo que mantém viva a tradição de costumes japoneses, é sinônimo de confraternização entre nipônicos e brasileiros. Neste ano, a festa teve como tema o centenário da imigração japonesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 3 mil membros da colônia japonesa de Bauru e região se reuniram ontem, no Recanto Tenri, para o tradicional Undokai, a festa de confraternização que, ao mesmo tempo que mantém viva a tradição de costumes japoneses, é sinônimo de confraternização entre nipônicos e brasileiros. Neste ano, a festa teve como tema o centenário da imigração japonesa.</p>
<p>De acordo com o presidente do Clube Nipo-Brasileiro de Bauru, Julio Akio Kosaka, a festa tem atraído mais participantes a cada ano, com destaque para a juventude. “Apesar de muita gente ainda estar indo para o Japão, muitos jovens têm se interessado cada vez mais pela cultura japonesa”, destacou.</p>
<p>O Undokai começou a ser realizado em Bauru em 1951, no Horto Floretal. De lá para cá, passou por vários locais e se estabilizou nos últimos dois anos no Recanto Tenri, que ontem se transformou em um pedaço do Japão. Várias gerações estavam presentes à festa, que tem como marca registrada as gincanas realizadas todos os anos, é também um evento que apresenta danças folclóricas e shows de músicas orientais.</p>
<p>Kosaka destacou também que a festa deste ano teve um significado especial por conta do centenário da imigração. Esse tema, aliás tem muito a ver com o objetivo do Undokai, já que atualmente há uma grande integração entre brasileiros e orientais, algo que não ocorria nos primórdios da imigração japonesa no País.</p>
<p>Kosaka lembrou, por exemplo, que vários integrantes do Nipo são brasileiros, alguns sem ligação alguma com os japoneses, mas que gostam dos costumes e da cultura nipônica. “Tanto é que faltou camiseta para os voluntários, porque a procura para trabalhar na festa foi muito maior do que o número de camisetas”, disse.</p>
<p>Miscigenação</p>
<p>Um dos traços marcantes do Undokai, este ano, foi o grande número de brasileiros participando da festa. Vários casais de namorados misturando as raças eram encontrados passeando pelo recanto. Sem falar nas famílias, que uniram as duas culturas em casamento e já levam as novas gerações para o Undokai.</p>
<p>É o caso da família de Shigueo Mário Kawashima, 44 anos. Nissei, ele casou com a brasileira Silvia Kawashima e teve dois filhos, Augusto e Jessica, que já fazem parte de uma nova geração de descendentes.Ontem, a família teve a companhia da irmã de Shigueo, Kazuko K. Kawashima Soares.</p>
<p>Terceiro de sete irmãos, sendo ele o único homem, Shigueo explicou que seus pais chegaram ao Brasil por volta de 1928, sendo o pai da região de Fukuoka e a mãe da região de Tóquio. Ele destacou que hoje em dia a mistura é natural, mas antigamente era muito mais difícil um japonês ou descendente se unir com brasileiros. “Conforme vão passando as gerações, essa integração vai sendo maior”, disse. A esposa de Shigueo faz coro ao marido e diz que não há muita dificuldade em se adaptar à cultura japonesa. “No começo você até estranha os hábitos alimentares, mas depois se acostuma”, salientou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_geral.php?codigo=129184">Jornal da Cidade de Bauru</a></p>
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</p>]]></content:encoded>
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