May 5

Um século depois da chegada do primeiro navio com japoneses a Santos (SP), um levantamento a que o G1 teve acesso mostra que a presença deles no Brasil não pára de cair. Os números são do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão.

A contagem leva em conta japoneses com dois tipos de visto: permanente e de longa permanência (este para estada de até dois anos para trabalho).

Em 1996, eram 89.005 japoneses no Brasil. Em 2006, de quando é o último censo, o número de nipônicos no país já era de 64.802, uma diferença de quase 30%. Entre o período de 1996 e 2006.

A Embaixada do Japão, que repassou o levantamento ao G1, apresentou uma explicação oficial para a menor presença de japoneses por aqui: a morte ao longo dos anos, o que deixa a entender também que o número de novos imigrantes não é suficiente para compensar os que faleceram.

Em tempos de menos nipônicos no Brasil, a professora Yumi Tanabe é uma exceção. Ela trocou Nagoya pelo Rio há oito meses para dar aula de japonês.

“Lá no Japão ensinava também para peruanos, mas me identifiquei muito com os brasileiros e vim para cá”, diz Tanabe, que chegou à Associação Nikkei, onde dá aula o sábado inteiro, por meio de um programa de intercâmbio.

O plano da professora é voltar para casa quando acabar o visto, de dois anos.

Quem não pensa em voltar tão cedo é o artista gráfico Nabuyuki Ogata. Depois de passagens por cidades do mundo inteiro, foi no Rio que ele conseguiu a inspiração que tanto procurava: “Cheguei aqui há oito anos e vi que tinha muitas possibilidades para o meu trabalho. ‘É a natureza ao lado do urbano, a praia ao lado das montanhas. Adoro aqui”, diz Ogata, há oito anos no Brasil.

Fonte: G1

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Mar 19
icon1 Samantha | icon2 IR, imigrantes, malas | icon4 03 19th, 2007| icon3No Comments »

Dicas para imigrantes

(do blog Destino: Canadá)

Declaração de saída definitiva do país

É normal imigrantes só pensarem na vida no outro país… Mas antes de deixar o Brasil temos muitas coisas a cumprir com a lei. Uma delas é a declaração de saída definitiva.

Segundo o site da Receita Federal, esta declaração é obrigatória para quem se retira do país em caráter definitivo ou passa à condição de não-residente no Brasil quando sai do território brasileiro em caráter temporário. Isso é para fins tributários, pois você não vai mais estar aqui para pagar os impostos locais.

Prazo
A declaração deve ser entregue à Receita Federal até a data da saída do Brasil. Se não for feita antes da saída, deve ser feita até 30 dias após completar 12 meses consecutivos de ausência do Brasil.

Detalhe: se a data de saída for antes do prazo da declaração de Ajuste Anual (Imposto de Renda), na declaração de saída você também deve declarar o IR relativo ao ano base anterior, ou seja, 2006.

Como entregar a declaração
Pra quem já está acostumado com o Imposto de Renda, é simples. Tem que baixar o programinha no site da Receita, preencher normalmente (informações da saída + IR) e enviar pela internet ou entregar em disquete numa unidade da Receita Federal.

Mais informações no site da Receita Federal, aqui e aqui.

Como fazer as malas?

Começamos hoje a fazer as malas. Mal comecei a separar as roupas e já fiquei estressada. Eu diria que esta é a pior parte de uma viagem. Já é difícil quando é turismo, que dirá fazer malas para uma mudança internacional? Afinal, são três vidas que terão que caber em seis malas.

Uma das nossas estratégias é distribuir as roupas em mais de uma mala. Se uma delas extraviar, não ficamos sem roupas ou sapatos. Não sei se é o melhor jeito, já que fica mais difícil saber onde está o quê dentro das malas.

Uma coisa muito importante é a identificação das malas. Como o Gean disse, parece que todas as pessoas do mundo têm uma mala preta. (Na verdade, ele menciona 80% das pessoas, eu que tô jogando pra cima o número). Ainda vamos colocar as famosas etiquetas com nome e endereço, mas isso é pro fim da semana.

Peguei algumas dicas na Internet também:

  • Identifique as malas tanto na parte externa como interna.
  • Se usar cadeados, guarde chaves extras em lugares diferentes. E não esqueça o código do cadeado.
  • Ao despachar a bagagem, verifique no comprovante se o destino impresso é o seu.
  • Objetos pontiagudos e cortantes, como tesouras e lâminas, devem ser despachados na bagagem. Isso também evita dor-de-cabeça nos detectores de metais.
  • Na sua bagagem de mão, coloque uma muda de roupas, todos seus documentos, endereços, telefones e dinheiro. No caso de viagens longas, não esqueça de levar um livro, ou palavras-cruzadas pra passar o tempo.
  • Quem viaja com crianças pequenas deve levar brinquedos, cadernos e lápis de cor, para distrair a criança durante o vôo.
  • Levando remédios, não esqueça de levar a receita do médico também.
  • Coloque produtos de higiene pessoal embalados em plásticos e dentro de uma nécessaire impermeável.
  • Reserve o fundo da mala para sapatos de salto alto e as laterais para sapatos sem salto. Dentro dos sapatos aproveite para colocar meias e cintos enrolados, isso vai economizar espaço na bagagem.
  • Para as calças, coloque metade da calça aberta, coloque roupas por cima e “feche” com a perna da calça por cima das roupas, como se fosse um sanduíche. Isso evita de amassar muito a calça.
  • Enrole blusas como rolinhos.
  • De preferência, compre malas com rodinhas, para ajudar no transporte.

Parte dessas dicas eu peguei neste documento em PDF no site Enjoytur, e outras dicas no site da CP4. A maioria das dicas que se encontram na Internet falam apenas de viagens de turismo e negócios, claro.

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