May 16

A dica é da Simone, que não é descendente de japoneses mas sempre me avisa do que envolve a colônia em Curitiba.

Esta exposição apresenta uma seleção de aproximadamente 100 objetos representativos do design japonês criados a partir de 1990, salientando os produtos utilizados na vida cotidiana.
Outros objetos criados no período pós-guerra - principalmente dos anos 50 - foram incluídos para ilustrar a origem do design atual.
O design de produtos de uso doméstico atua como um espelho, refletindo o estilo de vida no Japão. Este design oferece um retrato vívido das aspirações e fantasias das pessoas que usufruem os produtos assim como dos designers e empresas que os criam.

Admirar as mais recentes tendências e características do design japonês nos leva a trilhar os caminhos da cultura japonesa atual.

Serviço:

  • Casa Andrade Muricy
  • Al. Dr. Muricy, 915 - Centro - Curitiba - PR
  • De 8 de maio a 1 de junho de 2008
  • 3ªa 6ª feira, das 10h às 19h - Sábado e Domingo, das 10h às 16h
  • Visitas guiadas para grupos (41) 3321-4816

Obs: Nesse vídeo dá para ver um pouco da exposição Paraná TV 1ª Edição

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May 15

O Espaço Cultural Citi da Avenida Paulista, com curadoria do crítico Jacob Klintowitz, apresenta um panorama da carreira do pintor Takashi Fukushima em 18 trabalhos de três fases do artista, incluindo 16 obras inéditas, na mostra A Pintura do Universo que abre em 12 de maio e permanece até 20 de junho.

Os inéditos fazem parte de duas séries: “Cidade e Campo”, oito obras que estavam em Paris e nunca foram mostradas no Brasil; “Planetas”, oito trabalhos que foram realizados entre 2007 e 2008.

Segundo um dos mais importantes críticos de arte brasileiros, Frederico Morais, “… Takashi Fukushima mantém em sua pintura um ideal de beleza associado a um domínio oficinal que beira o virtuosismo. Sua pintura, tranqüila e elegante, é o retrato de sua personalidade discreta, quase tímida, mas persistente…” e “… com seus antepassados, Takashi Fukushima contempla a natureza, mas o faz dinamicamente, com os filtros da vida moderna. Mais do que contemplar, a atitude passiva, procura refletir ativamente sobre esta mesma natureza. Não é nostálgico, nem maniqueísta. Como ele mesmo afirma: ‘Eu não contesto. Constato’ “.

Curador da mostra, Jacob Klintowitz afirma no texto do catálogo, “Eu não sei se o pintor Takashi Fukushima é o mais brilhante dos nisseis que tivemos a sorte de ver nascer no Brasil. Mas tenho certeza de que em nenhum outro o sentimento profundo de identificação com a natureza é tão presente.“

O Espaço Cultural Citi renova a sua vocação de mostrar obras de arte no centro vital de São Paulo, no espaço que, atravessando o prédio do Citi, liga a Avenida Paulista à Alameda Santos, um dos principais ícones de São Paulo, e é visitado mensalmente por cerca de 50 mil pessoas. Desde 2005, passaram por ali nomes consagrados, como Rubens Gerchman, Luiz Paulo Baravelli, Cláudio Tozzi, Gregório Gruber, Romero Britto, Newton Mesquita, Ivald Granato e a ceramista Shoko Suzuki, entre outros.

O Espaço Cultural Citi (Av. Paulista, 1111, térreo, fone 11 4009 3000) fica aberto para visitação de segunda a sexta-feira, das 9 às 19 horas; aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 17 horas. Acesso a portadores de deficiência física pela Alameda Santos, 1146. A entrada é gratuita.

A Pintura do Universo, por Jacob Klintowitz Read the rest of this entry »

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Apr 26

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As primeiras fotografias profissionais de Pierre Verger (1902-1996) podem ser apreciadas pelo público de São Paulo. A mostra “O Japão de Pierre Verger - Anos 30″, inaugurada dia 19 de abril, é promovida pela Caixa Cultural Sé em parceria com a Fundação Pierre Verger, em homenagem ao centenário da imigração japonesa.

Alex Baradel, curador da exposição e responsável pelo acervo fotográfico da Fundação Pierre Verger, diz que a mostra apresenta os registros do fotógrafo francês feitos em 1934, ano que quando viajou pelo mundo e ficou durante um mês no Japão. Ouça outros podcasts sobre o centenário.

“É uma exposição interessante porque mostra um trabalho que o fotógrafo fez bem no início da carreira. Pierre Verger começou sua carreira em 1932 e essas fotos são as primeiras que ele fez como fotógrafo profissional”, conta o curador.

O curador afirma que os visitantes irão conhecer o lado do trabalho de Verger desenvolvido antes de sua chegada ao Brasil, na década de 40, onde se fixou em Salvador –local em que faleceu.

Baradel conta que se dedica há aproximadamente 5 anos ao projeto para conseguir realizá-lo em 2008, ano em que se comemora os 100 anos da vinda dos japoneses ao Brasil.

Outra exposição, “O Japão de Descamps e Desprez - Anos 90″, também é apresentada no espaço para representar a homenagem da França à imigração japonesa.

Serviço

  • Quando: Até 25 de maio, de ter. a dom., das 9h às 21h
  • Onde: Caixa Cultural (Praça da Sé, 111, tel. 0/xx/11/3321-4400)
  • Quanto: Grátis

P.S. A foto é do blog do Milton Toshiba, que descobri hoje e já linkei no blogroll. :)

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Apr 23
Yukio Suzuki no MuBE
icon1 Samantha | icon2 agenda, exposição | icon4 04 23rd, 2008| icon3No Comments »

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O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) oferece até 1º de maio a exposição A Viagem de Yukio Suzuki, que reúne 104 obras do artista japonês. A mostra, gratuita, pode ser vista das 10h às 19h, de terça a domingo. Sua obra se destaca pelas cores, formas precisas e gosto eclético. Um dos destaques da exposição é a obra Matizes da Incidência, que são 807 cartões que retratam o desenho do mesmo objeto, com o mesmo ângulo, produzidos entre 2 de outubro de 1981 a 1º de outubro de 1992. As diferenças são as alterações cromáticas por terem sido produzidos em diferentes horários do dia.

Serviço:

  • “A viagem de Yukio Suzuki” – 60 Pinturas sobre tela
  • Local: Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) - Av. Europa 218, Jardim Europa - Grande Salão
  • Período: 10 de abril a 1 de maio de 2008
  • Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas
  • Informações: (11) 3081.8611
  • Entrada Franca

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Apr 17
Fotos: Consulado Geral do Japão em São Paulo
Armadura de Toyotomi Hideyoshi e quimono com motivos referentes à natureza

Cerca de 160 peças inéditas no Brasil compõem o acervo da exposição “O Florescer das Cores: A Arte do período Edo” que abre ao público no dia 17 de abril de abril na Pinacoteca de São Paulo. Com a curadoria de Saito Takamasa, da Agência de Cultura do Japão, a mostra traz peças provenientes de mais de 15 museus japoneses.

Os objetos expostos são, em sua maioria, produzidos ao longo do período Edo (1603- 1867), que tem como principal característica a dominação do xogunato Tokugawa (governo militar centralizado) e o isolamento quase completo do Japão em relação ao resto do mundo.

A mostra é dividida em quatro partes e fica em cartaz até o dia 22 de junho. Confira um pouco mais sobre cada módulo:

Os quimonos e os ornamentos do corpo

As vestimentas japonesas de corte plano são mostradas em vários modelos: “kosode” (literalmente, “mangas pequenas”), “furisode” (quimono de mangas longas) e “katabira” (quimono sem forro, feito de cânhamo). Em destaque, a tecelagem, tingimento e as ilustrações que, geralmente, remetem à natureza.

Roupas do teatro kabuki (originário do período Edo e que são marcadas por cores fortes e brilhantes) e do teatro nô (que usa máscaras e vestuários luxuosos) e acessórios como pentes, presilhas e ornamentos confeccionados com diferentes materiais e técnicas artesanais completam essa parte da exposição.

A cerâmica japonesa

Diferentes cerâmicas do período Edo são apresentadas nessa seção. Há as peças coloridas por meio da técnica Sometsuke de Imari, ponto de partida da produção de porcelanas do Japão;peças de Kokutani, com design voltado para o mercado nacional; de Kakiemon, que influenciou a produção de porcelanas na Europa, entre outros.

De outras épocas, destaque para as cerâmicas do período Jomon (iniciado há cerca de 12500 anos) ligadas ao cultivo de arroz. Nesse módulo, numerosas obras são consideradas “Importante Propriedade Cultural” do Japão.

O universo dos samurais

Duas armaduras completas e selas de montaria são o destaque do módulo dos samurais, que mostra as transformações e os aperfeiçoamentos das vestimentas dos guerreiros do Japão feudal.

Nessa seção também é possível apreciar duas espadas que nunca foram expostas na América Latina: uma confeccionada por Bungo-no Kuni Yukihira no século XIII, obra considerada “Importante Propriedade Cultural” do Japão, e outra confeccionada por Masatsume no século XII, considerada “Tesouro Nacional” do Japão.

Os artefatos de laca

Este núcleo traz uma coleção de pequenos objetos chamados inrô, usados para carregar remédios, acompanhados de netsuke (pequenos ornamentos colocados na corda do inrô, e que lhe serviam de contrapeso).

A técnica Makie, que utiliza pó de ouro no processo de envernizamento, está presente em diversos objetos criados para o enxoval de noivas da elite social, como móveis para toaletes femininos, objetos de papelaria e artigos para incenso.

Devido às condições rigorosas de conservação, a exposição será fechada ao público nos dias 13, 14 e 15 de abril para a substituição de numerosas peças. Quem visitar a exposição antes do dia 13 e depois do dia 15 de maio verá dois acervos diferentes.

“O Florescer das Cores: A Arte do período Edo” é organizada pela Agência Cultural do Japão, com o apoio do Consulado Geral do Japão em São Paulo e da Fundação Japão.

Serviço:

  • O Florescer das Cores: A Arte do período Edo
  • Pinacoteca do Estado de São Paulo
  • Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo
  • De 17 de abril a 22 de junho. De terça a domingo, das 10h às 18h
  • R$ 4 e R$ 2 (meia). Grátis aos sábados
  • Tel.: (11) 3324-1000 Site: www.pinacoteca.org.br

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Apr 15


Uma série de palestras iniciada em 13 de fevereiro está acontecendo, semana sim, semana não, às quartas-feiras até julho na Caixa Cultural. Os eventos ocorrem sempre das 19h às 21h e a entrada é franca.

Entre os temas abordados, estão as telenovelas, os ataques atômicos sobre Hiroshima e Nagasaki, o teatro, a dança e a ilustração japonesa, o cinema nipônico no Brasil, a identidade do nipo-brasileiro e a mistura das duas culturas. Confira a programação abaixo.

PROGRAMAÇÃO:

Abril – O Corpo da Arte

  • Dia 16 – As características e peculiaridades da Shunga, modelo de ilustração e de gravuras japonesas que exprime cenas eróticas e pornográficas, é o tema da palestra de Madalena Hashimoto, pesquisadora do Centro de Estudos Japoneses da USP.
  • Dia 30 – A artista plástica Cecília Saito fala sobre o shodô e sua prática no Brasil.

Maio – O Cinema Japonês no Brasil

  • Dia 14 – Lucia Nagib, professora de cinema mundial na Universidade de Leeds (Inglaterra), fala sobre a produção audiovisual japonesa desde os filmes de arte até os animes.
  • Dia 28 – Autora da dissertação Orientalismos no Cinema, Marcela Canixo fala sobre as diferenças da luz estourada do Cinema Novo e a luz obscurecida do cinema japonês clássico.

Junho – Desconstruções Culturais

  • Dia 11 – Exibição do curta Primavera (2007) em que se discute a identidade nipo-brasileiras dos nikkeis. Bate-papo com a cineasta Mirian Ou.
  • Dia 25 – A descoberta e transmissão da dança japonesa no Brasil é o tema da palestra de Christine Greiner, pós-doutora pela Universidade de Tóquio e pelo Centro Nichibunken de Kyoto.

Julho – Vários Japões

  • Dia 2 – Professor titular da ECA/USP, Almir Almas irá mostrar uma seqüência de vídeos que procuram usar, mostrar e reinventar diferentes possibilidades de combinações entre as culturas brasileira e japonesa.

Serviço:

  • Ciclo de palestras “Meu Japão Brasileiro”
  • Caixa Cultural
  • Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
  • De 13 de fevereiro a 2 de julho. Sempre às quartas-feiras, das 19h às 21h
  • Entrada Gratuita, não há necessidade de fazer inscrição
  • Informações: Tel.: (11) 3321-4400
  • Site: www.caixacultural.com.br

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Apr 14

flower-house-do-estudio-sanaa.jpgA partir do dia 11 de abril, entra em cartaz a exposição “Quando vidas se tornam forma: um diálogo com o futuro – Brasil-Japão” no MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, sob a curadoria de Yuko Hasegawa, curadora do Museu de Arte Contemporânea de Tóquio.A mostra tem uma programação de atividades que inclui obras que dialogam entre si: 38 artistas, 21 brasileiros e 18 japoneses, expõem trabalhos sobre arte, arquitetura, moda e design. Entre as ligações feitas por Yuko, estão a das obras dos artistas Hélio Oiticica e Atsuko Tanaka e a dos arquitetos Lina Bo Bardi, Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa (estes dois últimos do estúdio Sanaa), entre outros.

Na exposição diferentes peças dos dois países podem ser apreciadas pelo público, como o Luxdelix, vestido confeccionado com sacos de lixo de Jum Nakao, ao lado do tecido A-Poc inside de Issey Miyake. O visitante também poderá ver A Casa de Vidro de Lina Bo Bardi, que estabelece diálogo com a Flower House de Sanaa. Para ver mais peças, não deixe de visitar a galeria de fotos da exposição.

A realização da mostra é da Fundação Japão, juntamente com o Museu de Arte Moderna de São Paulo. A exposição fica em cartaz até dia 22 de junho.

Alunos e professores de 43 escolas da rede pública estadual que aderiram ao Programa Viva Japão poderão fazer uma visita monitorada à exposição, entre os dias 29 de abril e 30 de maio. Trata-se de uma parceria firmada entre a Secretaria da Educação e o MAM. (para saber mais sobre a parceria, clique aqui)

O Programa Viva Japão promove o contato dos alunos da rede pública estadual com a cultura do Japão e integra as ações do Estado para as comemorações do centenário da imigração japonesa ao Brasil.

Serviço:

  • Quando vidas se tornam forma: um diálogo com o futuro – Brasil-Japão
  • Museu de Arte Moderna - Grande Sala e Sala Paulo Figueiredo
    Parque do Ibirapuera - Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3 – São Paulo
  • De 11 de abril a 22 de junho. De terça a domingo das 10h às 18h
  • R$ 5,50. A Entrada é franca aos domingos, durante todo o dia, para crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos
  • Site: www.mam.org.br

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Dec 5

Em “Japão – um perto distante”, 13 jovens artistas expõem trabalhos que têm como influência a cultura japonesa pop, contemporânea e tradicional

O Banco Nossa Caixa apresenta a partir de 10 de dezembro a exposição “Japão – um perto distante”. A mostra é uma homenagem do banco ao Centenário da Imigração Japonesa, a ser comemorado em junho do próximo ano. Os visitantes poderão conferir obras de 13 jovens artistas, que abordam o Japão a partir de um olhar ocidental. A exposição acontece no Espaço Nossa Caixa Arte e Cultura até 11 de janeiro. A entrada é gratuita.

As 17 obras da exibição apresentam influências distintas. São fotografias, xilogravuras, impressões digitais, lápis de cor, grafite, estêncil e cerâmicas que reúnem elementos da cultura japonesa pop, contemporânea e tradicional. As peças foram espalhadas harmonicamente num único ambiente e demonstram alguns dos elos entre os dois países.

Com a exposição “Japão - um perto distante”, a Nossa Caixa reverencia a comunidade japonesa, que há cem anos contribui para o desenvolvimento econômico e cultural do país. A mostra é uma das primeiras atividades promovidas na cidade de São Paulo em comemoração ao centenário da imigração japonesa.

Manabu Mabe

A Nossa Caixa apóia também, por meio da Lei Rouanet, a restauração do antigo Colégio Campos Sales, localizado na Liberdade, e sua conversão no Museu de Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe. O museu será inaugurado em 2008 e fará parte dos eventos comemorativos do centenário da imigração japonesa no Brasil.

O espaço abrigará um acervo considerado por especialistas como um dos mais representativos da arte moderna nipo-brasileira, com obras de artistas como Handa, Tamaki, Tanaka, Susuki, Higaki, Fukushima, Ohtake, Shiró e Manabu Mabe, pintor japonês naturalizado brasileiro, reconhecido mundialmente por seus quadros abstracionistas de cores vivas e grandes dimensões.

Serviço:

  • “Japão – um perto distante”
  • Espaço Nossa Caixa Arte e Cultura
  • Rua Álvares Penteado, 70, 2º Mezanino
  • Segunda a sexta-feira, das 10h às 16h
  • De 10 de dezembro a 11 de janeiro
  • Entrada gratuita

Release da Assessoria de Imprensa da Nossa Caixa


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