Jun 20 2008
Como se comportar num restaurante japonês
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Apr 09 2008
Quando eu cheguei lá, há dez anos, uma notícia destas surpreenderia - e muito. Mas agora noto que está ficando comum… enfim, está acontecendo o fenômeno inverso dos nossos antepassados.
Mais brasileiros compram imóveis Aumento do número de brasileiros que adquirem imóvel próprio estimula imobiliárias e construtoras a oferecerem produtos personalizados por Gilberto Yoshinaga, de Aichi Dekasseguis estão gastando mais para ter uma boa qualidade de vida, segundo Shinichiro Nakao, diretor de vendas de uma construtora em Aichi Falta de perspectivas no Brasil, adaptação ao Japão, facilidade de financiamento e sensação de ‘desperdício’ ao pagar aluguel. Os motivos que levam brasileiros a comprar casa própria no Japão são diversos, mas o fato é que, nas províncias em que a concentração brasileira é mais representativa, este mercado não pára de crescer. Em consulta a algumas construtoras japonesas, o jornal Tudo Bem traçou um perfil médio dos brasileiros que compram casas no Japão. Na grande maioria dos casos, são famílias que estão no arquipélago há pelo menos cinco ou dez anos, e não pretendem retornar ao Brasil tão cedo. Ou, em alguns casos – que não são raros –, já decidiram fixar residência no arquipélago e retornar para o Brasil “apenas a passeio”. A matéria completa está na edição 787 (impressa e vendida em territorio japonês) do jornal Tudo Bem.
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Jan 17 2008
Segundo uma reportagem do Jornal Tudo Bem, o poder de compra dos brasileiros residentes no Japão é alto interessa sobremaneira os empresários japoneses. Em apenas três províncias japonesas pesquisadas, potencial da comunidade verde-amarela é equivalente a 142,8 bilhões de ienes. O estudo foi feito pelo Instituto de Pesquisa Kyoritsu, da província de Gifu, mas incluiu também hábitos de consumo dos brasileiros residentes em Aichi e Mie.
Leia abaixo a matéria.
Os brasileiros têm contribuído significativamente com a economia japonesa. Com o movimento dekassegui, eles preencheram vagas em fábricas quando o país carecia de mão-de-obra. Nesse período, guardavam tudo que podiam e enviavam a maior parte de seus ganhos a seus familiares no Brasil. Agora, mais adaptados à sociedade japonesa e prolongando a estadia no arquipélago, chegou a vez de contribuírem novamente com a economia, mas desta vez como consumidores.
De acordo com um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa Kyoritsu, de Ogaki (Gifu), os 72 mil trabalhadores que participaram do levantamento de 2005 e residiam nas províncias de Aichi, Gifu e Mie tinham um poder de compra real equivalente a 142,8 bilhões de ienes.
Apesar de Shizuoka (segunda maior província com brasileiros) não ter sido incluída no estudo, os dados são representativos da comunidade e indicam que esse poder de compra é muito maior quando se pensa no todo, assim como sua contribuição ao Japão, visto que o número de adultos ativos e com emprego é majoritário entre os 312 mil brasileiros registrados no arquipélago.
Perfil
A pesquisa realizada pelo Instituto Kyoritsu é importante pois traz informações adicionais que mostram o perfil do brasileiro nessas três províncias e que costuma se repetir com pouca variação em outras regiões. Tomando-se como base o estudo, sabe-se que esse brasileiro ganhava cerca de 300 mil ienes por mês.Do total recebido, uma boa mordida, ou o mesmo que 27,6%, era destinada a gastos não relacionados a consumo, como impostos. Outros 8,6% correspondiam a remessas e 12,4% destinados à poupança, o famoso pé-de-meia que força a vinda dos brasileiros ao Japão, mas que diminuiu consideravelmente ao longo dos últimos anos.
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Nov 12 2007
Bolsa de mulher ou caixa de Pandora? É tudo a mesma coisa? Há coisas no mundo feminino que são indefectíveis e uma delas é a bolsa. Este é o tema do meu texto inaugural no NossaVia, site que nasceu nesta madrugada, depois de uma gestação de 70 dias por vários pais e mães da blogosfera. O tempo de gestação parece curto, mas mostra a eficiência da “família”. E se considerarmos a genética ou a máxima popular de que “o fruto não cai longe da árvore”, este filhote promete abalar as estruturas do seu mundo virtual com artigos opinativos.
Aos amigos que me visitam, aguardo sua visita lá também e igualmente conto com sua participação como autores. Na Via Aberta receberemos textos que serão publicados desde que sejam inéditos. Abraços e nos encontramos lá.
A comunidade nikkei está muito bem representada por lá, diga-se de passagem. Uma das colunistas é a Erica, do blog Burajiru, e o elo de ligação entre o Nossa Via e o Via6 é Allan Passonian Kajimoto.
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