Archive for the 'colônia japonesa' Category

Jun 21 2008

Danças japonesas se modernizam sem perder significado

As danças japonesas surgiram na antigüidade e, apesar de preservar muitas características, se modernizaram. Elas marcam os principais acontecimentos da vida em comunidade e por isso são cheias de significados.

Além da coreografia marcada, a dança típica da colônia exige técnica para tirar som do naruko, um chocalho japonês que tem várias hastes em 45 graus. “Começou com jovens, mas virou febre no Japão inteiro. Desde os pequenininhos até os experientes, todos dançam”, diz a coreógrafa Kumi Amago.

Outro espetáculo muito popular é o “awaodori”, uma espécie de carnaval japonês, organizado durante quatro dias em agosto. A dança inclui vários estilos, todos inspirados na cultura do país. Em ritmos folclóricos que existem há mais de 500 anos, os homens dançam livremente e as mulheres fazem coreografias com movimentos leves e sensuais.

Na cabeça, as dançarinas levam o kassa, um chapéu de palha que lembra um guarda-chuva. Mas o que mais chama a atenção é o tamanco usado pelas mulheres, chamado gueta. Ele é do ano de 1500.

A vestimenta masculina também é rica em detalhes. Nos pés, eles usam o tabi. O quimono tradicional é preso por uma faixa preta amarrada a uma espécie de garrafa de saquê. Além das cores, as danças japonesas são cheias de símbolos, como o shishi, um leão que tem a função de proteger, afastar os maus olhados.
Fonte: G1

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Jun 20 2008

Destino e distância separam família de imigrantes japoneses

A separação de uma família japonesa deveria durar apenas um ano. A idéia era trabalhar no Brasil, juntar dinheiro e voltar para casa. Mas o destino tinha outro plano. E a família, afastada pela distância, nunca mais se encontrou.

A família trabalhava na lavoura e tinha dívidas no Japão. Como muitas outras, decidiu vir trabalhar no Brasil. “A minha mãe falou: ‘Escuta, meu bem, nós têm seis crianças.Você cata esses três, vai lá no Brasil trabalhar um ano, pagar a dívida e você volta’ ”, contou a imigrante Kinko Yanai, conhecida no Brasil como dona Alice.

O pai trouxe as três filhas mais velhas, entre elas dona Alice. “Foi muito triste. Até hoje eu lembro, eu chorei muito e o meu pai disse que não sabia o que fazer. ‘Um ano passa logo, Kinko, não é nada’ “, contou.

A última vez que ela viu a mãe foi no porto de Kobe em 1941. A viagem de navio foi cheia de descobertas, como na primeira parada nos Estados Unidos quando viram negros pela primeira vez. “Eu nunca tinha visto. Aí quando foi lá, veio uma família assim. Família inteira de pessoas diferentes. A gente ficava com os olhos desse tamaninho e aí eles olhava na gente assim e foi muito marcante para a gente, né?”, relembrou.

Um ano se passou, mas a 2ª Guerra Mundial impediu a família de voltar para o Japão. Nem as cartas chegavam mais. “O meu pai quase enlouqueceu, porque ele queria saber da esposa dele, criança que deixou lá.” Foram nove anos de incertezas.

Apaixonada

Depois que a guerra acabou e o pai de Alice juntou dinheiro suficiente para levá-la de volta ao Japão, a jovem já estava com 18 anos. Apesar da saudade da mãe e dos irmãos, Alice decidiu ficar. Ela havia se apaixonada por Mário, um rapaz japonês com quem queria se casar.

Eles se conheceram na lavoura de café no interior de São Paulo. “Um dia meu colega falou para mim que ela gostava de mim, ela gostava de mim. Aí que deu aquela coragem e falei para ela. Declarei o amor e ela disse que também gostava de mim. Assim que nós começamos a namorar, sabe?!”, contou Mario, cujo nome de origem é Atsushi Kamimura.

O casal vendia verduras para pagar a educação dos filhos. Sérgio se formou em arquitetura e foi resgatar as raízes no Japão, onde conheceu os parentes. “A minha avó foi uma emoção muito grande. Ele, noventa e tantos. Ela andava curvadinha, né?!”

A família separada pelo destino e pela distância nunca deixou de manter os laços afetivos. “Até hoje a gente liga, manda carta, foto assim.”

Dona Alice sente falta dos que ficaram, mas é feliz aqui. “Eu lembro. Às vezes, fico muito nervosa assim, mas eu estou conformada, eu estou contente.”, diz Alice. “Uma mulher forte mesmo, que eu admiro, mais forte do que eu”, brinca Mario.

Dona Alice nunca mais viu os parentes que estão no Japão. Aqui em São Paulo, ela vive como uma legítima brasileira. Sabe quais são os pratos preferidos dela? Churrasco e feijoada.

Fonte: G1

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Jun 19 2008

Interesse pela cultura pop leva jovens aos cursos de japonês

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Professor Nataniel Shirai dá aulas de japonês no Rio. (Foto: Divulgação)

O fascínio pela cultura pop do Japão motiva jovens brasileiros a aprenderem a falar a língua do país do sol nascente. Os animês e os mangás, respectivamente as animações e as histórias em quadrinhos, são a principal fonte de inspiração para que pessoas que não possuem nenhum laço familiar com o Japão se identifiquem com o país.

A paixão pela cultura contemporânea nipônica levou Rafael dos Santos, de 23 anos, a prestar vestibular para o curso de Letras Português-Japonês da Universidade Estadual do Rio de Janeiro: “Desde pequeno eu tenho interesse em mangás e animês. Quando cresci, comecei a gostar também da música.” O estudante põe em prática as lições que aprende no curso superior dando aula nas turmas do Licom, o centro de ensino de línguas da instituição.

Quando fala sobre o mangá que o ajudou a escolher a profissão de professor, ele lembra de um dos maiores fenômenos criados pela TV japones: “o desenho que me fez gostar de cara do Japão foi ‘Cavaleiros do Zodíaco’. Embora não seja totalmente japonês, pois tem influência da mitologia grega, fez com que eu me interessasse pela cultura.”

Cursos

Além da UERJ, a UFRJ também oferece no Rio de Janeiro o curso universitário de Letras com especialização em japonês. As duas instituições dão oportunidades para quem se interessa em aprender o idioma, mas não quer se profissionalizar no assunto. Os cursos abertos à comunidade oferecem aulas dadas por estudantes do ensino superior a preços baratos. No caso da UERJ, a lotação faz com que, muitas vezes, a disputa por vagas nas turmas seja decidida por meio de um sorteio.

Em São Paulo, a USP também conta com a especialização em japonês no curso de Letras. Por ano, são oferecidas 27 vagas no turno da manhã e outras 28 vagas no período noturno. Em Brasília, a UnB tem 22 vagas para estudantes que buscam a formação de professores da língua.

O professor Nataniel Shirai, de 26 anos, dá aulas de japonês há nove. Aprendeu o idioma com os avós, imigrantes que vieram morar no Brasil. Ele conta que a maioria de seus alunos é jovem. “A maior parte dos estudantes tem idade entre os 10 e os 26 anos. Eles se interessaram por causa dos animês e dos mangás.”

O professor estima que apenas 10% das pessoas que buscam aulas de japonês são descendentes. A admiração pela cultura japonesa provoca situações curiosas nas aulas: “Alguns alunos participam de eventos de cosplay e, às vezes, vão vestidos com adereços de personagens. É um clima diferente de uma turma de inglês ou de qualquer outra língua”.

Bolsa de estudos

Outra importante motivação da procura por cursos de japonês é a busca por incentivos do governo do Japão. “Muitos também se interessam pela língua por causa das bolsas oferecidas pelo Consulado Japonês, que são muito vantajosas”, diz Shirai.

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Bruna Gama (ao centro) estuda o idioma. (Foto: Arquivo Pessoal)

A brasileira Bruna Gama decidiu aprender a língua graças ao fascínio que nutria pelos animês durante a adolescência. “Eu comecei a me interessar pelo idioma vendo desenho. Eu fui vendo tanto que, uma hora, decidi aprender a língua.”

Bruna acredita que a maior dificuldade dos brasileiros é assimilar os mais de três mil ideogramas : “A escrita é a maior dificuldade. Eu não achei a gramática da língua japonesa muito difícil. O vocabulário é mais fácil do que o de muitas línguas.” Suas maiores influências foram os desenhos ‘Yu Yu Hakusho’ e ‘Samurai X’. Para aperfeiçoar a pronúncia do idioma e entrar em contato com nativos, a jovem de 25 anos chegou a cantar no Coral Nipo-Brasileiro e a participar do encontro nacional de corais japoneses, que acontece todo ano no bairro da Liberdade, em São Paulo.

Apesar do crescimento deste mercado, o aprendizado de uma língua tão distante do português ainda causa estranheza em muita gente. “A maioria das pessoas acha bem exótico. Muitos pensam que é um tanto inútil e outros dizem que eu vi desenho animado demais.”, afirma Bruna.

Ela acredita que seu universo cultural se tornou mais amplo: “Cada vez que você se propõe a aprender uma língua, você amplia os seus horizontes. Principalmente com uma língua tão diferente da sua. Eu acho que valeu, tanto como cultura como uma coisa mais prática como pegar um gibi no original e ler um pouco. Eu me sinto um pouquinho mais realizada em conseguir fazer uma coisa tão diferente da minha vida normal.”

Fonte: G1

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Jun 19 2008

Escola infantil mantém tradições alfabetizando em japonês

A maioria dos imigrantes japoneses tenta manter viva a cultura dos seus ancestrais. A nova geração aprende na escola a tradição e a língua da pátria dos avós. Em uma escola de educação infantil na Vila Mariana, na Zona Sul da capital, o japonês é o idioma mais ouvido na sala de aula. Tanto nas músicas quanto nos ensinamentos: a alfabetização é feita em português e também em japonês.
A escola tem 90 alunos, de quatro meses a 6 anos de idade. São quase todos descendentes de japoneses, ou nasceram no Japão e vieram com os pais para o Brasil. Apenas um aluno foge desse padrão. Com dois anos, Victor é a única criança que não tem descendência oriental da escolinha.

“Escolhi uma escolinha japonesa por causa da cultura, da disciplina, em especial. Eu acho que a educação e o respeito aos mais velhos na cultura japonesa, ela é muito forte. Então eu acho que além da segunda língua é o respeito, o respeito acima de tudo”, conta a arquiteta Lizandra Selecrodi, mãe do menino.

Para a maioria dos pais, o que vale é manter a tradição. “Como descendente de japoneses eu acho muito importante que ela conheça a cultura japonesa, e aqui ela tem oportunidade de ter contato com as tradições, com a escrita japonesa. Eu acho que é legal ela manter as raízes”, explica Regina Miura, assistente de comércio exterior, mãe de uma das alunas.

A coordenadora da escola, Saniy Yoshinaga, acredita que quanto mais cedo as crianças começarem a aprender o idioma e a cultura japoneses, melhor. “A criança tem muita facilidade de aprender, não só línguas, mas muitas coisas”.

Toda essa facilidade é bem vinda na hora de estudar uma língua tão diferente do português. O japonês usa três sistemas de escrita. O hiragana e o katakana representam os sons. Ao todo são 92 fonogramas. Além deles, há os kanjis de origem chinesa que representam palavras e somam mais de 2 mil símbolos. Para complicar, as três formas são usadas ao mesmo tempo.

É difícil, mas não impossível. As crianças da escola atestam o desafio, ao contarem que não preferem um ou outro idioma, mas gostam dos dois.

Fonte G1

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Feb 03 2008

Carnaval de São Paulo homenageia imigração japonesa

Não assisti ao vivo nem na TV, porque sinceramente não sou muito fã de carnaval, mas encontrei agora no youtube imagens do desfile que homenageou o centenário da imigração. Posto abaixo:

Primeira parte

Segunda parte

No site da Globo.com tem uma matéria interessante, com direito a vídeo bem editado, mas só é possível assistir lá. O texto, no entanto, eu colo aqui:

(colagem sobre fotos de Marcos Ribolli, do site G1)

Com desfile imponente, Vila Maria homenageia imigração japonesa Escola levou para avenida carro em formato de samurai. Cores fortes e roupas feitas com tecidos vindos do Japão foram apresentados.
Isabela Noronha e Luísa Brito Do G1, em São Paulo

O mistério e a beleza da cultura japonesa foram mostrados em uma explosão de cores e brilho pela Unidos de Vila Maria, terceira escola a desfilar na primeira noite do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo.

A escola, que terminou a apresentação em 62 minutos, fez uma homenagem ao centenário da imigração japonesa, com o enredo “Irashai-Mase [bem-vindo, em japonês], Milênios de Cultura e Sabedoria no Centenário da Imigração Japonesa”.

A Vila Maria levou para a avenida uma mistura de cores fortes e fantasias cheias de detalhes, feitas com tecidos exclusivos vindos do Japão. Nem o presidente da escola, Paulo Sérgio Ferreira, escapou do traje japonês. Uma chuva de papel prateado fez o espetáculo visual ainda mais bonito.

Os 5 mil componentes entraram no Sambódromo do Anhembi com o rosto maquiado. O refrão “A bateria tá aí, vem ver” animou o público, que cantou junto com a escola. Uma chuva de papel prateado fez o espetáculo visual ainda mais bonito. Até o casal de mestre-sala e porta-bandeira, vestido com roupas com grandes plumas azuis, se apresentou com os rostos pintados.

Entre os destaques estava o carro alegórico em formato de um samurai. O abre-alas tinha uma imagem do tori, o portal sagrado da cultura oriental. Vários carros apresentavam bonecos que se movimentavam ao longo da avenida.

A escola foi tão atenta aos detalhes do desfile que até a pele dos tambores dos sambistas possuiam imagens de templos japoneses.

Outro trunfo da escola foi a rainha de bateria, Valeska Reis, de 22 anos, que também é a rainha do carnaval de São Paulo.

Caracterizado como uma gueixa, o drag queen Eudes tentava equilibrar a enorme “peruca” durante a concentração. “É uma roupa estilizada e desenhada para este carnaval”, explicou o carnavalesco da escola, Wagner Santos. Mas ele garantiu que a fantasia não é pesada. “É toda feita no strass e no arame vazado para não pesar”, disse.

Segunda colocada do Grupo Especial de 2007, a Unidos de Vila Maria traz para este desfile cinco carros alegóricos, número máximo permitido pela comissão julgadora. Cada um deles tem, em média, 50 metros de extensão. A exceção é o abre-alas, o maior carro levado ao Anhembi este ano, com 110 metros de comprimento.

Surpresa de madrinha

A madrinha de bateria da Unidos da Vila Maria, a dançarina japonesa Yuka Chan, de 36 anos, fez uma surpresa para o público.

Yuka estava vestida com um quimono e, quando a bateria recuou, ela tirou a roupa e ficou de biquíni. A dançarina mora em Taubaté, mas fica de quatro a cinco meses todos os anos no Japão. “Fiquei muito feliz em ter sido convidada porque gosto muito de samba e do Brasil”, disse.

Ela já desfilou sete vezes em escolas de samba do Rio de Janeiro e, em 2003, saiu pela Rosas de Ouro. Para o desfile da Vila Maria, ela disse estar “ansiosa, mas não nervosa”. A escola de samba tomou muito cuidado com os detalhes. Os integrantes da diretoria desfilam com blusas que imitam quimonos ou camisas de golas altas, no estilo japonês.

O carro abre-alas da Unidos da Vila Maria, chamado “Milênios de Cultura e Sabedoria”, foi dividido na chegada da escola à dispersão para não atrapalhar a saída dos componentes. Com 110 metros, o abre-alas da Vila Maria foi um dos maiores carros entre todas as escolas do Grupo Especial.

Os integrantes da escola correram para retirar quatro grandes bonecos do carro, que saiu da avenida com 34 minutos de desfile.
Com o fechamento dos portões, os integrantes da escola começaram a comemorar aos gritos de “é campeã, é campeã”. O presidente da escola, Paulo Sérgio Ferreira, o Serginho, também estava confiante no título. “Eu acho que é a favorita, os outros que corram atrás”, afirmou.

Com quase 4.900 componentes, a escola fez um rígido controle do tempo para não perder pontos por atraso. Ao longo do desfile, dez diretores de cronômetro marcavam o tempo e se comunicavam via rádio para que as alas evoluíssem no tempo correto.

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Nov 15 2007

Band apresenta a série Olhar Oriental

Published by Samantha under TV, colônia japonesa, cultura

FUNDAÇÃO JAPÃO - Agenda

Band apresenta a série Olhar Oriental

Série Olhar Oriental estreou em março na Rede Bandeirantes. Projeto surgiu a partir de documentários produzidos por emissoras de TV públicas e privadas japonesas, intermediados pela Fundação Japão, dentro do Programa de Intercâmbio em Televisão.

Um novo olhar sobre a cultura japonesa. Estreou no dia 31 de março a série Olhar Oriental na Rede Bandeirantes. O projeto surgiu a partir de documentários produzidos por emissoras de TV públicas e privadas japonesas, intermediados pela Fundação Japão, dentro do Programa de Intercâmbio em Televisão.
No total, serão 30 programas veiculados pela Band e 5 programas pelo canal TerraViva, oferecendo ao telespectador uma oportunidade para conhecer o melhor do Japão.


A apresentadora Lidiane Shayuri

Ciclo do arroz

Na estréia, Olhar Oriental mostrou a produção de arroz no Japão, com todo o ciclo do cultivo nos arrozais japoneses, desde a preparação das mudas em estufas à colheita. O telespectador também viu as diversas técnicas de cultivo do arroz ao redor do mundo.

Sabores da Gastronomia

Dos arrozais para a mesa. Um episódio traz os pratos preparados ao redor do mundo e um bolo especial feito de arroz, o tradicional mochi. O telespectador conhecerá em detalhes o Donburi (tigela de arroz com variadas coberturas); o Lamen (macarrão); o Sukiyaki (cozido de carne e legumes) e o Tempurá (empanado de verduras, legumes e frutos do mar); entre outros pratos.

Tecnologia e Modernidade
A série também exibe o que há de mais avançado da tecnologia japonesa. Os robôs que salvam vidas, usados pela medicina e pela indústria, os robôs quase humanos e as incríveis micromáquinas japonesas, que só podem ser vistas com a ajuda de microscópios.

Esportes e Cultura

Na tela de Olhar Oriental, as artes marciais. O caratê, o Naginata (uma luta de lanças), o Kendô (uma espécie de esgrima), o Kyudo (arco e flecha) e o Sumô, um esporte tão conhecido e amado quanto o futebol para os brasileiros. E também um programa especial sobre os festivais japoneses, que levam milhares de pessoas às ruas.

Ecologia na Antártica
Olhar Oriental viaja até a Antártica. Lá, há exatos cinqüenta anos começava a funcionar a primeira estação de pesquisa japonesa, a base Showa. Da Antártica, pesquisadores monitoram o que acontece com a camada de ozônio e com a vida animal do continente.

Habilidades e meio ambiente
As técnicas dos ceramistas japoneses. Uma pequena cidade do interior chega a abrigar mais de 50 ateliês. E ainda o difícil treinamento das adestradoras de orcas, tudo sobre a pesca de abalone (um tipo de molusco), as técnicas de acupuntura e a produção de saquê.

Olhar Oriental desvenda também a história da exploração do carvão, que já foi chamado de diamante negro pelos japoneses, além do percurso da água na Terra.

Relacionamento com a comunidade

A Band mantém um estreito relacionamento com a comunidade nipo-brasileira, e também já entrou na contagem regressiva para comemorar o Centenário da Imigração Japonesa no Brasil.

Graças à sua credibilidade perante a comunidade nikkei do Brasil e perante o governo japonês, o Grupo Bandeirantes conseguiu firmar um contrato com a NHK, a maior rede do Japão, para intercâmbio de matérias jornalísticas.

Além disso, é a única rede comercial brasileira a ser contemplada pelo Programa de Intercâmbio em Televisão, “The Promotion of TV Broadcasting Abroad Program”, através da Fundação Japão.

Próximo programa:
Dia 04/11 às 10h50

Sinopse

Jump with Orca

Subir nas costas de uma orca e ser atirado para o alto. A apresentação de uma adestradora e a orca é uma das mais populares atrações de um aquário. A orca é conhecida como a rainha do oceano por causa de sua inteligência e ferocidade. Seu adestramento é um trabalho perigoso, que requer muita habilidade. Neste programa, nós vamos acompanhar o intenso treinamento de uma jovem que se prepara para a sua primeira apresentação.

Serviço
Série Olhar Oriental
Estréia no dia 31 de março na Rede Bandeirantes
Acompanhe a programação no site da TV Bandeirantes
Realização: Rede Bandeirantes
Apoio: Fundação Japão

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