Mar 31
Isso sim é cosplay
icon1 Samantha | icon2 anime, manga | icon4 03 31st, 2008| icon3No Comments »

Tokyo Anime Fair

Outro dia fui no Mercado Mundo Mix aqui em São Paulo esperando ver muitos Cosplay bem feitos. Foi meio decepcionante. Hoje vi estas imagens - no post Tokyo Anime Fair - do blog Tokyo Times e entendi porque eu tenho esta expectativa tão elevada! As fotos foram tiradas na Tokyo Internacional Anime Fair.O detalhe é que adoramos o Astroboy.Li que teremos uma nova série com este robozinho fofo.

A Volta de um Astro…boy
Ele é fofinho, bastante ingênuo e tem um bom coração. Mas também é o robô mais poderoso do mundo. Estamos falando de Astroboy, um personagem criado em 1951 pelo desenhista japonês Osamu Tezuka, que acaba de ganhar um gibi em português lançado pela editora Panini.
Osamu Tezuka é chamado de Walt Disney japonês, porque criou personagens que ficaram muito famosos não só lá no Japão, mas também em todo mundo. É o caso não só do Astroboy, mas também, por exemplo, de A Princesa e o Cavaleiro (talvez você não tenha ouvido falar, mas pergunte para os seus pais ou seus avós…ou clique aqui)
Astroboy foi publicado em quadrinhos por 17 anos e transformado em um desenho animado (animê) exibido em TVs de todo o planeta, inclusive no Brasil.
Na HQ, Astro foi construído por um rico industrial que perdeu seu filho em um acidente, por isso faz um robô igual ao menino. Mas, quando percebe que o robô nunca vai crescer como um garoto de verdade, se livra dele o vendendo para um circo. Um cientista chamado Ochanomizu - ou, na primeira versão em português, doutor Elefun - o tira de lá e cuida de Astro como se fosse seu filho.
Astro percebe como é forte e passa defender pessoas e outros robôs, sempre tentando fazer com que todos vivam em paz , já que no mundo dele gente “de verdade” e de metal estão em todos os lugares, mas muitas vezes não se dão muito bem por causa de preconceito.
O gibi da Panini é um remake (nova versão) do Astro original e é desenhado por Akira Himekawa. Cada edição custa R$ 9,90 e tem 194 páginas. Apesar de manter muita coisa do original, há algumas mudanças no remake. Por exemplo, Astro já aparece como uma criação de Ochamonizu e alguns poderes dele – que voa e solta raios poderosos – foram mudados.
Uma das mudanças: ele não tem mais uma metralhadora no traseiro (ainda bem!). Mas de resto é quase tudo igual, inclusive a irmãzinha robô teimosa, Uran (a “Astrogirl”), e o malvado arquiinimigo, Atlas. Se você joga videogame, talvez ache que algumas características de Astro (e de Atlas) são parecidas com as de Megaman. E não é para menos: adivinha em que HQ os designers de game se inspiraram para criar Mega? Isso mesmo: Astroboy.

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Mar 28

Apresentadora posa para exposição que homenageia centenário da imigração japonesa no Brasil
Do EGO
sabrina sato
“Jardins de Sato”. Assim foi intitulada a foto de Sabrina Sato que vai estar na exposição em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa no Brasil. Clicada por Wel Calandria, a apresentadora, neta de japoneses, posou vestindo apenas um quimono, com cara de mulher fatal em um cenário que tem como fundo uma floresta. A foto pode ser vista a partir do mês maio no Conjunto Nacional, em São Paulo. (Wel Calandria/divulgação)

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Mar 24

Agora é a cidade de Tatuí, na região de Itu, interior de São Paulo, que anuncia a comemoração dos cem anos da imigração japonesa. Uma vez que a cidade tem um dos mais famosos conservatórios de música do Brasil, a celebração promete.

No Conservatório de Tatuí a homenagem será assinada pelo Grupo Percussionista de Câmara, o mais antigo grupo de percussão em atividade no Brasil. A celebração do centenário da imigração japonesa ganhará, do GPC, um repertório exclusivo. De acordo com o maestro Luis Marcos Caldana, esta será a primeira vez que o grupo apresentará um repertório exclusivamente de obras com temas orientais.

O primeiro concerto do Grupo Percussionista de Câmara – com data ainda não agendada – terá no programa as obras “Dragoon”, de Lyn Glassock; “Japanese Overture”, de Ney Rosauro; “Impressões Japonesas”, de Anthony Cirone; “Choro Oriental”, de Hudson Nogueira; “Hiroshima, meu Amor”, de Osvaldo Lacerda.

O Grupo Percussionista de Câmara é o mais antigo grupo de percussão em funcionamento no Brasil, com 30 anos de história registrados em CD. Ele é formado por alunos de nível avançado e professores do Conservatório de Tatuí. São cerca de 20 integrantes que, invariavelmente, recebem alunos do nível avançado.

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Mar 21

papel para origame baixa.jpgAtualmente há grande estímulo para as crianças fazerem origami e há tempos não é mais uma coisa de nikkei. O que eu sempre achei difícil foi encontrar papéis parecidos com os do Japão. Recebi um release com propaganda de cartelas vendidas numa papelaria, acompanhadas de fitas coloridas e brilhantes para a montagem de estrelas. O preço me pareceu acessível e vou testar com meus filhos.

Segundo a assessoria, a cartela contém 120 fitas tem preço de R$ 3,60. Para confeccionar o famoso Tsuru ou frutas e flores, os papéis de formato quadrado com médias de 5 cm são ideais. A cartela neste tamanho contém 21 papéis com preço de R$ 3,60.

Para quem tem mais habilidade, os papéis sofisticados de plástico colorido tem espessura de 1,5 cm x 1,5 cm e preço de R$ 6,80.

O bom é que todas as cartelas acompanham manual de instruções.

Você conhece a história do origami?

Pégaso, um cavalo alado.Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. A origem da palavra advém do japonês ori (dobrar) kami (papel), que ao juntar as duas palavras a pronúncia fica “origami”. Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas faces podem ser de cores diferentes, prosseguindo-se sem cortar o papel.

No entanto, a cultura do Origami Japonês, que se desenvolve desde o Período Edo, não é tão restritiva acerca destas definições, por vezes cortando o papel durante a criação do modelo, ou começando com outras formas de papel que não a quadrada (rectangular, circular, etc.). Segundo a cultura japonesa aquele que fizer mil origamis teria um pedido realizado.

Conforme se foram desenvolvendo métodos mais simples de criar papel, o papel foi tornando-se menos caro, e o Origami, cada vez mais uma arte popular. Contudo, os japoneses sempre foram muito cuidadosos em não desperdiçar; guardavam sempre todas as pequenas réstias de papel, e usavam-nas nos seus modelos de origami.

Durante séculos não existiram instruções para criar os modelos origami, pois eram transmitidas verbalmente de geração em geração. Esta forma de arte viria a tornar-se parte da herança cultural dos japoneses. Em 1787 foi publicado um livro (Hiden Senbazuru Orikata) contendo o primeiro conjunto de instruções origami para dobrar um pássaro sagrado do Japão. O Origami tornou-se uma forma de arte muito popular, conforme indica uma impressão em madeira de 1819 intitulada “Um mágico transforma folhas em pássaros”, que mostra pássaros a serem criados a partir de folhas de papel.

 

Em 1845 foi publicado outro livro (Kan no mado) que incluía uma coleção de aproximadamente 150 modelos Origami. Este livro introduzia o modelo do sapo, muito conhecido hoje em dia. Com esta publicação, o Origami espalha-se como atividade recreativa no Japão.

Não seriam apenas os Japoneses a dobrar o papel, mas também os Mouros, no Norte de África, que trouxeram a dobragem do papel para Espanha na sequência da invasão árabe no século VIII. Os mouros usavam a dobragem de papel para criar figuras geométricas, uma vez que a religião proibia-os de criar formas animais. Da Espanha espalhar-se-ia para a América do Sul. Com as rotas comerciais marítimas, o Origami entra na Europa e, mais tarde, nos Estados Unidos.

Divisão
A grande divisão entre a antiga dobragem do papel e a nova surgiu cerca de 1950 quando o trabalho de Akira Yoshizawa se tornou conhecido. Foi Yoshizawa quem criou a idéia da dobragem criativa (Sasaku Origami) e inventou todo um conjunto de métodos que nada deviam ao origami do passado, permitindo dobrar uma série de animais e pássaros. Porém, ainda precisava de duas partes de papel para conseguir animais de quatro patas, o que só viria a ser ultrapassado com a invenção das Bases Blintzed em meados da década de 1950 por outros entusiastas, particularmente o norte-americano George Rhoades. Até lá, apenas era possível dobrar animais muito primitivos, incluindo o tradicional porco.

Porém, o trabalho de Yoshizawa já tinha tido um predecessor: Miguel Unamuno, um filósofo da Universidade de Salamanca.

Matemática:

A prática e o estudo do Origami envolve vários tópicos de relevo da matemática. Por exemplo, o problema do alisamento da dobragem (se um modelo pode ser desdobrado) tem sido tema de estudo matemático considerável.

A dobragem de um modelo alisável foi provado por Marshall Bern e Barry Hayes como sendo um problema NP completo.

O problema do Origami rígido (”se o papel for substituído por metal será ainda possível construir o modelo?”) é de grande importância prática. Por exemplo, a dobragem Miura é uma dobragem rígida que tem sido usada para levar para o espaço grelhas de painés solares para satélites.

Onde encontrar lojas Fujiyama:
  • Rua Pelotas, 83 – Loja 196A (Multi Shop Pelotas - Metrô Ana Rosa) - São Paulo (SP) - Tel.: 5576-9451.
  • Rua Galvão Bueno, 199 - Liberdade – São Paulo (SP) Tel: (11) 3275-3091.
  • Av. Paulista, 525 - Loja 09 (próximo ao Metrô Brigadeiro) São Paulo - SP - Tel.: (11)3284-4109.
  • Av. Paulista, 2001 - lj. 64 - Galerias 2001 (Metrô Consolação) Tel. (11) 3253-3360
Release enviado por Word Brasil

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Mar 13

Muita gente pensa que para ir para o Japão, utilizando visto de descendente, é só ter aparência ou sobrenome japonês. Na verdade funciona de outra forma, mais burocrática e organizada, que surpreende pelo avanço político do Japão. Para provar que é descendente de japoneses, mesmo sem ter aparência ou sobrenome, apresenta-se o kosseki tohon.

É um documento que, como uma espécie de árvore genealógica da família, comprova que a pessoa é descendente de uma família japonesa. Se não houver mais nenhum ancestral japonês vivo ou se aquele ramo da família (cada homem inicia um novo ramo quando se casa e tem filhos) já não tem continuidade no Japão, o documento se chama josseki tohon. Muitos isseis, quando migraram, continuaram registrando seus filhos como cidadãos japoneses, por isso há famílias em que gerações nascidas aqui ainda são legalmente japonesas, pois o Japão legisla segundo jus sanguinis.

Existem 2 grandes princípios gerais para atribuição da nacionalidade:
- Jus solii: países de jus sanguinis são os países antigos, os países velhos, os países fornecedores de imigrantes.
-Jus Sanguinis: países de jus sanguinis são os países antigos, os países velhos, os países fornecedores de imigrantes. Vale o sangue passado pelo pai ou mãe.

Li uma referência no blog CA’BIANCA Comunicação & Negócios à Rede Social Genealógica que está se formando no site Abril no Centenário da Imigração. Posto abaixo o texto dele elogiando toda comunidade nipo-brasileira e a cultura dos nossos ancestrais. ;)

(…) Mas a novidade é que a partir de agora pode-se criar uma árvore genealógica de sua família - claro, se for descendente dos japoneses que vieram para o Brasil no início do século passado. Mas além disso, poder convidar outras pessoas para participar da construção da árvore dos ancestrais e com isso ir montando uma verdadeira rede social, só que com um dado a mais - é possível montar uma grande rede familiar social!

A construção de redes sociais com este apelo emocional e segmentado, promove um relacionamento muito próximo das pessoas com o ambiente - o portal neste caso.

(…) É um excelente exemplo de o melhor uso das mídias digitais e sociais. (…)

Desligando o canal “marqueteiro”, parabéns a toda comunidade japonesa e seus representantes ilustres. Aqui na blogosfera, temos alguns mas vou citar apenas uma pessoa com quem tenho me relacionado via msn por conta de trabalhos em comum. A Samantha é um exemplo de determinação, paciência e disciplina oriental!

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Mar 11

Vi no uia
Um Círculo de Ligações: Foujita no Brasil, Kaminagai e o jovem Mori

Exposição dos artistas japoneses Tsuguharu Foujita, Tadashi Kaminagai e do nipo-brasileiro Jorge Mori, por ocasião das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil. A mostra expõe as obras dos três artistas em momentos importantes para o período artístico brasileiro, reunindo cerca de 100 trabalhos e documentos da estada de Foujita no Brasil, a pintura de Kaminagai quando de sua residência no país, e a quase desconhecida produção do jovem Mori (dos 14 aos 20 anos) que o tornou uma revelação na década de 40. A seleção dos trabalhos apresentará diferentes visões desses artistas sobre o Brasil.
Curadoria: Profa. Dra. Aracy Amaral.
Participação de Paulo Portella na curadoria do núcleo de Tadashi Kaminagai.

Quando: De terça a domingo, das 10h às 19h - Até 1º/06

Local: CCBB - Térreo, 1º, 2º e 3º andares
Endereço: Rua Álvares Penteado 112. Centro

Entrada Franca

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Mar 10
Van Gogh de Sushi
icon1 Samantha | icon2 culinaria japonesa | icon4 03 10th, 2008| icon31 Comment »

O Japan Times tem uma seção que mostra curiosidades do Japão, aquelas para estrangeiro ver. Não reflete a realidade cotidiana, distorce, mas é divertida.

Nesta semana tinha a divulgação do lançamento de um livro do sushiman Ken Kawasumi, ensinando a fazer sushis artísticos - em Japanese sushi sunflowers - com a apresentação de uma réplica do quadro Girassóis do Van Gogh. Quer ver se está parecido? N’a vida como a vida quer coloquei a foto do quadro original.

sushi sunflowers

O livro dele é este abaixo:

sushi animals

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Mar 7


Dica da Cynara, do Mundo Tecno, via twitter:
Blogar é bom para a vida social, diz pesquisa - Terra - Internet

Um estudo da Universidade de Tecnologia de Swinburne, em Melbourne, Austrália, descobriu que pessoas que mantêm diários virtuais, ou blogs, tendem a ser mais equilibradas e têm vidas sociais mais saudáveis e felizes.

A pesquisa foi conduzida em duas partes pela professora Susan Moore e pelo pesquisador James Baker, sendo iniciada no contato via mensagem privada a 600 usuários do MySpace, que foram conduzidos a um questionário online.

Destes, 134 participaram, 84 mostraram interesse em criar seus diários e 50 não quiseram. Dois meses depois, um novo questionário foi enviado para os participantes da primeira etapa, obtendo 59 respostas.

Segundo o site TechCrunch, os pesquisadores notaram que após dois meses de blogagem a sensação de apoio social e redes de amizades eram maiores do que em pessoas que não possuem blogs.

As redes sociais online, como o Orkut, por exemplo, também afetam o equilíbrio psicológico de seus usuários de maneira positiva, fazendo com que se sintam menos ansiosos, deprimidos e estressados.

Em contato com a ABC, a professora Susan Moore explicou que, em parte, os blogueiros potenciais são pessoas de posições menos integradas à sociedade. “Descobrimos que blogueiros potenciais estavam menos satisfeitos com suas amizades e se sentiam menos integrados socialmente, eles não se sentiam tanto parte de uma comunidade como as pessoas que não se interessaram em blogar”, comentou.

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Mar 6


Abril no Centenário da Imigração Japonesa | Agenda | Tokyogaqui leva butô, culinária e o Japão pop para a Paulista

Kunihiko Hataseb/Divulgação
O grupo japonês Yubiwa Hotel

Durante oito semanas, o projeto “Tokyogaqui”, que abre no dia 15 de março, no Sesc Avenida Paulista, traz ao público elementos da tradição, do pop, do consumo e da arte contemporânea japonesas por meio de performances, instalações, danças e debates. A proposta é mostrar diferentes imagens da capital japonesa na cidade São Paulo. Os eventos acontecem em três andares do prédio e vão até o dia 4 de maio.

No espaço “Tradição pop”, no quinto andar do prédio, os visitantes poderão conhecer as culturas tradicional e pop japonesas, suas conexões e distanciamentos. Grupos contemporâneos japoneses, como o Yubiwa Hotel (15, 16, 18 e 19 de março), e artistas brasileiros, como Letícia Sekito (22 e 23 de março) e Elisa Ohtake (29 e 30 de março), mostram seus trabalhos nesse espaço. Ali também haverá exposições de mangás, filmes, games e ikebanas digitais, além de apresentações de teatro nô e kabuki e da dança parapara (ritmo nascido no Japão, que se assemelha ao movimento disco).
O nono andar, batizado de “Ohno 101+Kusuno”, faz homenagem à dança butô, aos 101 anos do mestre Kazuo Ohno e ao coreógrafo Takao Kusuno, introdutor do butô no Brasil. Em um espaço de sombras e chão irregular, que obriga o visitante a caminhar devagar e com atenção, atores brasileiros percorrem o espaço como fantasmas, emergindo da penumbra. Dentre as apresentações, destaque para o espetáculo “Kuu”, de Yoshito Ono (filho de Kazuo) (15 e 16 de março), e “Foi Carmem”, com Emilie Sugai (22 e 23 de março).
Um Bia Gaden (“beer garden”) será montado no último andar do prédio. A idéia é reproduzir os “jardins de cerveja” que os japoneses costumam freqüentar no verão para beber, cantar e se divertir. Ainda no decorrer do projeto “Tokyogaqui”, o andar vai revelar alguns segredos do bairro da Liberdade, como doces de casamento fabricados artesanalmente, esculturas gastronômicas, design de alimentos e embalagens. Tudo para pontuar e ressaltar a importância e o universo da comida japonesa.
Também estão previstos shows com a funkeira japonesa Tigarah e espetáculos da bailarina de kabuki Heidi Durning, mas estes ainda aguardam confirmação.

Serviço:

  • Tokyogaqui
  • 0nde: Unidade Provisória SESC Avenida Paulista
  • endereço: Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – São Paulo
  • quando: De 15 de março a 4 de maio. A bilheteria funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 22h; sábados domingos e feriados, das 10h às 19h
  • quanto: O valor muda de acordo com a apresentação
  • contato:Tel.: (11) 3179-3700

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Mar 5


Filmes mostram a trajetória dos imigrantes no país - da chegada, a bordo do navio Kassato Maru, no porto de Santos, às dificuldades iniciais e à integração com a cultura brasileira
O Banco Nossa Caixa patrocina a série de documentários “Histórias da Imigração Japonesa”, dirigida por Chico Guariba e produzida pela ONG Ecofalante – entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo trabalhar temas voltados à educação, cultura e meio ambiente. O projeto é composto por cinco filmes produzidos para TV e DVD com duração de 24 minutos cada. O lançamento do primeiro deles está previsto para julho. Os demais serão lançados nos meses subseqüentes. Os documentários fazem parte das comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil e marcam o apoio do Banco Nossa Caixa à celebração da data histórica.
A Nossa Caixa investiu R$ 200 mil na iniciativa com respaldo da Lei Rouanet. “Por meio de projetos como esses, o Banco Nossa Caixa homenageia a colônia japonesa, cuja importância é indiscutível no desenvolvimento econômico, social e cultural do estado de São Paulo”, afirma o presidente do banco, Milton Luiz de Melo Santos.
Os filmes apresentam depoimentos de imigrantes e seus descendentes. Os relatos são acompanhados de fotos, vídeos e documentos. Os temas abordados são:
  • “Ser imigrante”
  • “Os imigrantes no campo”
  • “Os imigrantes nas cidades”
  • “As trocas culturais entre Brasil e Japão”
  • “Caminhos futuros”

As dificuldades iniciais em trabalhar em um país com idioma e clima muito diferentes do Japão e outras características culturais muito distintas – a arquitetura, os casamentos, a educação dos filhos, a culinária, as atividades artísticas e esportivas e as inúmeras contribuições à cultura brasileira - são alguns dos aspectos abordados nos filmes.
A produção dos documentários conta com apoio da Bunkyo - Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social - e da Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa.

Participação do público
O público poderá contribuir com a série de documentários patrocinada pelo Banco Nossa Caixa com depoimentos, fotos, vídeos ou documentos relacionados à história da imigração japonesa no Brasil. Para tanto, os interessados deverão preencher até o final de março um formulário, disponível no site www.nossacaixa.com.br. As contribuições serão encaminhadas para análise do documentarista Chico Guariba, da Ecofalante, e as selecionadas serão informadas aos destinatários por telefonema. Aqueles que participarem da produção terão seus nomes creditados nos documentários.

Japoneses no Vale do Ribeira e Sudoeste paulista
A série “Histórias da Imigração Japonesa” foi idealizada a partir do documentário “Os japoneses no Vale do Ribeira e Sudoeste Paulista”, dirigido e produzido no início de 2007 por Chico Guariba e patrocinado pelo Banco Nossa Caixa. O trabalho foi distribuído em julho de 2007 às diretorias de ensino do estado de São Paulo para exibição em escolas públicas estaduais.
O documentário conta a história de um grupo de imigrantes japoneses que, após desembarcar no porto de Santos em 1808, usou trens e pequenas embarcações fluviais para chegar à região do Vale do Ribeira – área isolada e marcada pela intensa presença de mata virgem. No Vale do Ribeira, os imigrantes iniciaram o cultivo do arroz, da banana e do chá.
Muitos imigrantes pretendiam enriquecer no Brasil e, depois, voltar ao país de origem, exatamente como os atuais “dekasseguis”, seus descendentes, que hoje fazem o caminho inverso. Com a Segunda Guerra Mundial (1947), os imigrantes abandonaram a idéia de voltar ao Japão e adotaram o Brasil como pátria.

Outras homenagens
Além de patrocinar a série de documentários, o Banco Nossa Caixa apóia também outras iniciativas em homenagem à colônia japonesa. Entre 10 de dezembro e 11 de janeiro, o banco promoveu a exposição “Japão – um perto distante”, no Espaço Nossa Caixa Arte e Cultura. A mostra foi uma das primeiras atividades promovidas na cidade de São Paulo em comemoração ao centenário da imigração japonesa. Foram expostas 17 obras de 13 jovens artistas que abordaram o Japão a partir de um olhar ocidental registrado em fotografias, xilogravuras, impressões digitais, lápis de cor, grafite, estêncil e cerâmicas. Os trabalhos expressam elementos da cultura japonesa pop, contemporânea e tradicional.
Outro projeto apoiado pelo banco, por meio da Lei Rouanet, é a criação do Museu de Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe, que ocupará o espaço do antigo Colégio Campos Sales, localizado na Liberdade. A inauguração deve ocorrer ainda este ano. O espaço está sendo restaurado para abrigar um acervo considerado por especialistas como um dos mais representativos da arte moderna nipo-brasileira, com obras de artistas como Handa, Tamaki, Tanaka, Susuki, Higaki, Fukushima, Ohtake, Shiró e Manabu Mabe, pintor japonês naturalizado brasileiro, reconhecido mundialmente por seus quadros abstracionistas de cores vivas e grandes dimensões.

Maiores informações:

  • Assessoria de Imprensa Banco Nossa Caixa
  • Rua XV de Novembro, 111 – 5º andar.
  • São Paulo – SP / CEP – 01013-001
  • Telefones: 11 3244 6246 / 6248 / 6381 - Fax: 11 3244 6624
  • E-mail: imprensa@nossacaixa.com.br
  • Website:www.nossacaixa.com.br

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