Aug 31

Consulados

Embaixada no Brasil:
Embaixada do Japão - Brasília - DF
SES - Avenida das Nações, Q.811, lote 39
CEP 70425-900 - Brasília - DF
tel. (0xx61) 3442-4200
fax (0xx61) 3242-0738
e-mail: japao6@yawl.com.br
site: www.br.emb-japan.go.jp
Expediente: segunda a sexta-feira - 09:00 - 12:00h / 13:30 – 17:30h
Jurisdição dos assuntos consulares, entre outros: Distrito Federal, Goiás, Tocantins

Consulados no Brasil:
* Belém - PA - Consulado-Geral do Japão
Av. Magalhães Barata, 651 Edif. Belém Office Center, 7o andar
CEP 66063-240 - BELÉM - PA
tel. (0xx91) 3249-3344
fax (0xx91) 3249-3655
Jurisdição: Pará Amapá Maranhão, Piauí
e-mail: conjabel@empirenet.com.br

* Curitiba - PR - Consulado-Geral do Japão
Rua Marechal Deodoro, 630 - Edifício CCI, 18o andar
CEP 80010-010 - CURITIBA - PR
tel. (0xx41) 3322-4919
fax (0xx41) 3222-0499
Jurisdição: Paraná
e-mail: cgjcwb@terra.com.br

* Manaus - AM - Consulado-Geral do Japão
R.Fortaleza, 416 - B, Adrianópolis
CEP 69057-080 - MANAUS - AM
tel. (0xx92) 3232-2000, 3232-8582
fax (0xx92) 3232-6073
Jurisdição: Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre
e-mail:cgjm@horizon.com.br

* Porto Alegre - RS - Escritório Consular do Japão
Av. João Obino, 467 - Petrópolis
CEP 90470-150 - PORTO ALEGRE - RS
tel. (0xx51) 3334-1299
fax (0xx51) 3334-1742
Jurisdição: Rio Grande do Sul, Santa Catarina
e-mail: cjpoa@terra.com.br

* Recife - PE - Consulado Geral do Japão
R. Padre Carapuceiro, 733, 14o andar
Edif. Empresarial Center I, Boa Viagem
CEP 51020-280 - RECIFE - PE
tel. (0xx81) 3465-9115
fax (0xx81) 3465-9140
Jurisdição: Pernambuco, Bahia, Ceará, Alagoas, Paraíba, Sergipe, Rio Grande do Norte
e-mail: cgjpnrec@veloxmail.com.br

* Rio de Janeiro - RJ - Consulado-Geral do Japão
Praia do Flamengo, 200, 10o andar
CEP 22210-030 - RIO DE JANEIRO - RJ
tel. (0xx21) 3461-9595
fax (0xx21) 2285-7717
Jurisdição: Rio de Janeiro, Minas Gerais (exceto Triângulo Mineiro), Espírito Santo
e-mail: info.cultural@japao-rio.org.br (Informações Culturais)
e-mail: bolsa@japao-rio.org.br (Bolsas de Estudo)
site: www.rio.br.em-japan.go.jp

* São Paulo - SP - Consulado-Geral do Japão
Av. Paulista, 854 - 3o andar
CEP 01310-913 - SÃO PAULO - SP
tel. (0xx11) 3254-0100
fax (0xx11) 3254-0110
Jurisdição: São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Triângulo Mineiro
e-mail: consuladogeraldojapao@nethall.com.br
site: www.sp.br.emb-japan.go.jp

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Aug 31

Primeira “Brasil Week in Yamanashi” conta com uma movimentada agenda de shows, palestras e mostras

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Na semana que marca o aniversário da Independência, a cultura “verde e amarela” ganha destaque no Japão com a Brazil week in Yamanashi, que também abre as comemorações prévias pelo centenário da imigração japonesa em terras brasileiras. A perspectiva dos organizadores é que a primeira edição do evento - que começa na próxima terça-feira ( 4) e vai até o domingo (9) - leve cerca de mil pessoas até o Yamanashi International Center, em Kofu.

Para atrair esse público, a Yamanashi International Association, responsável pelo projeto, preparou uma movimentada agenda cultural para agitar a província em seis dias, com a exibição de documentários, mostras fotográficas, palestras e shows, com acesso gratuito. “A proposta é fazer principalmente com que os japoneses aprendam mais sobre a nossa cultura, que eles vejam que o Brasil não é só samba”, ressalta Érica Tanaka, coordenadora para Relações Internacionais da entidade.

Entre as atrações já programadas estão a exibição com legendas em português do primeiro episório da série “Haru to Natsu - Todokanakatta Tegami”, da emissora NHK, a mostra “Identidades”, da fotógrafa venezuelana Irene Carolina Herrera, e recitais de piano e violão, com Jon Smith e Nanamari. Oficinas gratuitas de maculelê e capoeira também farão parte do evento, além dos shows de música sertaneja e pagode dos Grupos Moriaki e Dilema, marcados para o domingo (09).

O destaque das palestras ficará por conta de participações como a do premiado escritor e ensaísta japonês Kosaburo Arashiyama, que no sábado (08) apresentará aos expectadores o tema “O meu encontro com os japoneses genuínos do Brasil”. O cônsul-adjunto do Brasil em Tóquio, João Pedro Costa, também participará do encontro com a palestra intitulada “A comunidade brasileira no Japão: de dekassegui a emigrante”, no dia 7 de setembro. A programação completa do evento pode ser conferida no site www.yia.or.jp .

:: Serviço::

Brazil Week in Yamanashi
4 a 9 de setembro
Yamanashi International Center (Kofu)

Informações: www.yia.or.jp ou 055-228-5419

fonte: ICP Digital

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Aug 29

(Para assistir ao vídeo sobre o assunto na RPC, clique aqui)

Começou na terça-feira (28/08), às 11h, o 3° Mercado Matsuri, festival de arte, cultura e culinária japonesa no Mercado Municipal de Curitiba. O festival, que acontece até domingo (2), é promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal do Abastecimento, e pela Associação dos Comerciantes do Mercado Municipal. “A festa é uma forma de homenagearmos este povo trabalhador que ajuda a construir a história do Mercado e também de Curitiba”, diz o prefeito Beto Richa.

Em função do sucesso anterior, este ano o Mercado Matsuri ficou maior. O festival passou de quatro para seis dias e também ganhou espaço maior. Na rua da Paz, ao lado do Mercado Municipal, a Prefeitura instalou tendas para abrigar as apresentações e oficinas culturais, artísticas e esportivas.

O Mercado Matsuri funcionará de terça a sábado, das 8h às 18h, e no domingo, das 8h às 15h. Na programação, apresentações de soroban/abako (calculadora manual); taikô (tambores japoneses); danças infantis e lutas típicas. Estão programados também exposições de manga (desenhos de quadrinhos japoneses); origami (dobradura em papel); ikebana (arranjos florais); bonsai (árvores em miniatura); e outras manifestações da cultura japonesa, além de oficinas.

Na área de alimentação, serão servidas comidas típicas japonesas. “Nos últimos dois anos, a Mercado Municipal vem se firmando como um espaço de manifestação cultural e não apenas como um local de comércio”, diz o secretário municipal do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Como nas edições anteriores, o Mercado Matsuri deste ano terá a visita de alunos de 1ª a 4ª séries de escolas municipais e particulares. Nos festivais orientais de 2005 e 2006, houve um aumento médio de 30% nas vendas do Mercado Municipal. A circulação de pessoas no local, durante o Mercado Matsuri, cresceu em média 40%.

Serviço:

  • Mercado Matsuri - 3º Festival Oriental do Mercado Municipal
  • Local: Mercado Municipal - Avenida Sete de Setembro, 1865
  • Data: de 28 de agosto a 2 de setembro
  • Horário: de terça a sábado, das 8h às 18h; no domingo, das 8h às 15h
  • Informações: (41) 3363-3764

P.S. Agradecimento especial à Simone que viu a matéria e me avisou!

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Aug 16

Da Folha

São Paulo, quarta-feira, 15 de agosto de 2007

FILHO DE BRASILEIROS

Congresso muda regra para nacionalidade

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O Congresso aprovou ontem (14/08) em definitivo a Proposta de Emenda à Constituição que facilita a obtenção da nacionalidade a filhos de brasileiros que nasçam no exterior.

O texto também resolve a situação de cerca de 200 mil crianças que, nascidas nessa situação após mudança constitucional de 1994, corriam o risco de ficar apátridas (sem nenhuma nacionalidade) ao completar 18 anos.

A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados, em segundo turno, por 378 votos favoráveis. O texto segue agora para promulgação.

A emenda permite que filhos de pai ou mãe brasileiros que nasçam no exterior obtenham a nacionalidade brasileira permanente por registro nas embaixadas ou consulados.

A criança nessa situação tem hoje cidadania brasileira provisória. A cidadania só se tornaria permanente ao voltar a residir no Brasil e, após os 18 anos, optar judicialmente pela nacionalidade brasileira. A exceção era para filhos de brasileiros que estivessem a serviço do governo.

(Fonte: FolhaonLine, UOL)

Entenda o caso lendo este post aqui.

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Aug 14

do site do jornal A Tribuna de Criciúma

Um curso para aprender japonês

Um curso para aprender japonês

Vanessa Feltrin | da Redação

Os interessados em falar, ler e escrever a língua japonesa, e conhecer um pouco mais sobre a cultura do Japão, não precisam ir para o outro lado do mundo para aprender sobre as peculiaridades da Terra do Sol Nascente. Em Criciúma, duas turmas terão encontros marcados todas as quartas-feiras na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) para desbravarem, ainda que de longe, todos os encantos e oportunidades desse curioso país.

Turmas para iniciantes

As duas turmas são de iniciantes, ou seja, abertas para o primeiro semestre. Nas aulas, uma por semana durante três horas, os alunos, já aprendem um pouco do básico da leitura e da escrita. Quem passa os conhecimentos é Ana Cristina Gonçalves, arte educadora, pesquisadora do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Educação Estética (Gedest) da Unesc e professora de língua e cultura japonesas. Ela morou dez anos no Japão, é de Curitiba, no Paraná, e desde 2002 vive em Criciúma com os familiares. Nos encontros semanais, serão ensinados os alfabetos Hiragana e o Katana e um pouco do Kanji. O Hiragana liga os kanjis, dá fluência vocal. No entanto, é possível escrever tudo em hiragana sem usar o kanji. É o básico. O Katana é usado para designar palavras ou nomes estrangeiros. O Kanji é um caractere de origem chinesa utilizado para escrever junto com os silabários Hiragana e Katana. Aqui no Brasil, o Kanji é conhecido também por ideograma, muito utilizado nas tatuagens.

Em 2004, doze alunos

Essa é a segunda vez que o curso de japonês é oferecido no município. Em 2004, 12 jovens participaram da única turma. Nenhum deles tinha descendência japonesa. Eram adolescentes do Ensino Médio e universitários fãs dos mangás (histórias em quadrinhos) e animes (seriados de animação, desenhos animados). Como alguns foram trocando de cidade e de interesses, poucos continuaram a freqüentar as aulas e Ana Cristina começou a dar aulas particulares. “Os alunos procuraram o curso porque tinham vontade de saber, sem a tradução, o que realmente os personagens favoritos relatavam. Outros eram admiradores da cultura. Havia ainda profissionais que mantinham contato com japoneses”, diz, destacando o perfil dos estudantes.

As aulas em 2007 ainda não iniciaram. A turma está em formação e deve conter no mínimo 12 interessados. O curso conta com o apoio do Consulado do Japão em Porto Alegre e da Fundação Japão de São Paulo. O Consulado, segundo Ana Cristina, é responsável pelo apoio didático (com livros, vídeos, pôsteres e divulgação de bolsas de estudos - mestrado ou doutorado). Já a Fundação garante uma vaga anual para o melhor aluno passar uma semana de imersão total na língua japonesa em São Paulo. “As pessoas sabem pouco sobre o Japão. O país oferece muitos cursos, arte e oportunidades para aqueles que queiram viver lá, independentes de serem nikkei. Faltam apenas a divulgação e a procura”, conta a professora. São chamados nikkei, os descendentes de japoneses, bem como nissei, para os filhos; sansei, para os netos; e yonsei, para os bisnetos. Os nipo-brasileiros que trabalham no Japão são conhecidos como dekassegui.

Conhecimento básico do idioma necessita de pelo menos três anos e meio de dedicação aos estudos

Para conhecer o básico do idioma japonês é preciso, de acordo com Ana Cristina, freqüentar as aulas durante três anos e meio. É durante esse tempo que o aluno adquire o conhecimento básico da leitura e da escrita nipônicas, além do conhecimento básico da conversação. “Um único caractere pode significar uma palavra, uma frase ou até uma idéia completa. É preciso dedicação e investir sempre no estudo, já que a língua está em constante movimento”, ressalta. Na região de Criciúma, onde os moradores têm quase sempre um dos parentes morando fora do país, em maior abundância nos Estados Unidos e em países da Europa, o interesse pelo Japão vem sendo despertado aos poucos. “Quando ouvimos falar que alguém foi para os Estados Unidos, Alemanha ou Itália, por exemplo, sabemos que isso tem ligação com o lado econômico. Quando o foco é o Japão, não é a oportunidade de ganhar dinheiro que vem em primeiro plano; é a fascinação pela cultura, pelos costumes, arte e aperfeiçoamento profissional”, destaca.

Aulas na Universidade

As aulas na sede da Unesc, no bairro Pinheirinho, começam assim que os primeiros 12 alunos se inscreverem. O nível 1 será estudado das 16h às 18h45min, tendo a segunda turma, também de nível 1, o horário das 19h às 22h nas quartas-feiras. No ato da inscrição é preciso pagar R$ 100. Depois de feita a matrícula, o estudante paga, mais quatro parcelas mensais de R$ 100. Mais informações podem ser obtidas por meio dos telefones (48) 3431-2620 e (48) 3431-2570, no site www.unesc.net/idiomas ou pelo e-mail idiomas@unesc.net.

Exposição sobre o Japão

Os primeiros imigrantes japoneses chegaram ao Brasil em 1908. Porém, a maior parte deles desembarcou em terras verde-amarelas somente na década de 1930 e se fixou em São Paulo. Estima-se que, hoje, há cerca de 1,5 milhão de nipo-brasileiros, sendo os responsáveis pela maior colônia japonesa do mundo. Para quem quiser saber um pouquinho mais sobre o Japão, Marcelo Tanaka abre uma exposição na quinta-feira, dia 16, na Fundação Cultural de Criciúma. Já nos dias 30 e 31 de agosto, em Assis, São Paulo, ocorre o 5º Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil (CIEJ).

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Aug 9

Paraná TV 1ª Edição
Milhares de pessoas visitam o Festival Nipo Brasileiro, em Maringá

Minha amiga Simone assistiu no jornal e me avisou desta matéria com um recadinho bem gentil:
Sam, sempre lembro de vc qdo leio ou vejo qqr coisa da cultura nipônica, acho muito bacana essa sua forte ligação com suas raízes.
Fica aqui meu “domo arigatô” para ela.
Clique aqui ou na imagem para ver.

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Aug 8
Undokai do Junshin
icon1 Samantha | icon2 tradição | icon4 08 8th, 2007| icon3No Comments »

Meus filhos participavam de undokais quando estudaram na escola Junshin, em Curitiba.
Achei uma matéria do undokai deste ano. Que saudade!

Undokai do Junshin atrai todos os públicos
(5/14/2007 11:41:00 AM)

Nikkeis, não-descendentes, pais, alunos, idosos, pessoas ilustres e até o vice-cônsul do Japão: tinha lugar para todo mundo no undokai, gincana esportiva e recreativa anual, realizado pela escola Junshin no último domingo, dia 06, na própria sede da instituição, no bairro Pilarzinho, em Curitiba.

Ao contrário da grande maioria dos undokais realizados no Paraná - que são promovidos pelas associações de nikkeis - o evento do Junshin se assemelha muito com as gincanas originais japonesas, que são organizadas por escolas. No caso do Junshin, toda a estrutura e organização remetem aos moldes nipônicos, produto dos esforços das irmãs da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria de Nagasaki, que administram a escola desde 1983. A organização, aliás, é considerada o diferencial do evento, pois os participantes (em geral alunos da escola) ensaiam as atividades esportivas do undokai até três semanas antes da gincana. “Fazemos alguns treinamentos com os alunos, para que não ocorram problemas”, conta a irmã Cecília Yayoi Umezaki, que trabalha há 22 anos no Junshin. De acordo com a irmã Cecília, as apresentações musicais, mais trabalhadas, são ensaiadas desde o início do ano letivo. “Só as atividades com os pais que não treinamos antes, mas ensaiamos com os alunos e pais voluntários para ajudarem na realização das provas”, afirma. Além dessas apresentações, o undokai da escola conta também com as atividades comuns aos undokais da comunidade.

Até mesmo o vice-cônsul do Japão no Paraná, Toshinori Matsushiro, que assumiu o consulado interinamente, pôde ser visto se divertindo com seus filhos, também alunos do Junshin. Depois de fazer o discurso na abertura das atividades, quando ressaltou a importância dos undokais para a preservação da cultura e integração da comunidade nipônica, o representante aproveitou para se divertir participando das provas de corrida e, no horário de almoço, jogar beisebol com seu filho, algo muito característico das famílias japonesas.

“Pai mais antigo” – Dentre as várias famílias presentes, uma se destaca pela presença constante nos undokais do Junshin. É a família Uesu, que participa da gincana desde 1983. O médico Jorge Uesu conta que é o pai que está há mais tempo no Junshin. “Tive quatro filhos, e todos estudaram no Junshin, então sempre participamos”, diz o médico, que agora acompanha a caçula, Sílvia Uesu, nas provas. Uesu conta que, quando criança, só ouvia falar dos undokais do Japão, e ver um era um sonho. “Os undokais passam valores como disciplina, solidariedade e companheirismo”, diz o médico, que completa: “Tinha vontade de mostrar este undokai para outras pessoas, não-descendentes e funcionários de empresas, pois é um bom exemplo a ser seguido”.

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Aug 8

Acabo de encontrar esta postagem simpática no blog Folha Obara.

psoatado em Agosto 8, 2007

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Patrícia Kondo

Muita disposição!Cinco de agosto de 2007, nove horas da manhã. O clima estava favorável e o quinto Undokai na Sede Campestre, em Piracicaba, se iniciou. A corrida de 50 metros para crianças de até cinco anos é o presságio de um dia agradável e divertido, reflexo do empenho da organização, que durante as semanas anteriores realizaram a busca de patrocínios para as prendas, preparo do campo e dos alimentos.

A gincana poli esportiva familiar tem o objetivo de integrar as pessoas. O espírito de união mostra que durante as atividades a prioridade é participar honestamente e aproveitar o momento. “É um meio de unir a família nipo brasileira”, afirma Rudney Ribeiro, responsável pela preparação do evento.

O Undokai de Piracicaba tem suas particularidades. Além das provas tradicionais, o Nipo inovou este ano com a Prova Shinai, onde os participantes pegavam um shinai (espada utilizada na prática de Kendo) e tinham que estourar, em duas tentativas, uma bexiga pendurada em um boneco com as roupas de Kendo. Ainda, houve demonstrações de softbol e apresentação de Bon Odori. Outro destaque é que, desde o ano passado, não existe a brincadeira do cabo-de-guerra. Ao invés disso, tem a “corrente da paz”, em que a corda permanece no chão e as duas equipes que puxariam a corda trocam presentes. “É uma maneira simbólica de dizer não a guerra e a violência”, explica Ribeiro.

Em meio à agitação, o diretor de karaokê, Pedro Mizutani já pensava no próximo ano.Tradição do Undokai “Além do tradicional Undokai vamos trazer o Festival Tanabaka para Piracicaba. Vamos aproveitar a comemoração do centenário da imigração para difundir a cultura japonesa na cidade”. O festival vai contar com música, dança, taikô, artes marciais e stands culturais, confirma Mizutani.

Para agüentar todas as atividades que aconteceram até às 17h, havia barracas que vendiam obentou, cuscuz, pastéis, sorvetes (inclusive de caipirinha), doces e salgadinhos japoneses, e bebidas. O Undokai, que também recebe o prestígio das colônias japonesas vizinhas - como Limeira, Rio Claro e Americana, contou com aproximadamente 1.000 pessoas que prestigiaram o evento. “Eles comparecem nas atividades que promovemos aqui, e nós nas deles”, afirma Ribeiro, que vê nisso a importância de um intercâmbio entre as colônias, na luta para preservar a cultura oriental.

Curiosidades
Segundo Francisco Noriyuki Sato e Cristiane Sato, do site www.culturajaponesa.com.br, a origem do Undoukai se deu em 1874, sob orientação de um instrutor inglês. Entre as atividades havia a “perseguição ao porco”, prova na qual vencia o rapaz que conseguisse pegar um suíno coberto de banha com suas próprias mãos.

Porém a expressão “Undokai” só foi utilizada pela primeira vez em 1885. As atividades de Undokai, dos imigrantes japoneses começaram mesmo antes da chegada ao Brasil. Durante a viagem até as terras brasileiras, foi realizado um Undokai dentro do próprio navio Kasato Maru, em 1908. Outra curiosidade é que, no Japão, os eventos de Undokai fazem parte do calendário escolar das crianças. Em geral, são realizados no mês de outubro, quando também é comemorado o dia dos esportes.

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Aug 6

Li este texto em outro blog e não vou tentar escrever meu próprio texto neste dia em que nos lembramos da Rosa de Hiroshima. Só não postarei as fotos, muito duras, mas quem quiser pode clicar aqui e ir ao post original.

Do blog Connection World

hiroshimaddd.jpg

As Bombas Atômicas que atingiram Hiroshim e Nagasaki mataram mais de 250.000 pessoas, e se tornou o maior massacre de civis da história moderna. Os nomes de Hiroshima e Nagasaki ficaram em nossas mentes, aqui estão algumas fotos que acompanham elas. Todos os dias, as imagens são uma mistura da devastação das terras e prédios. Imagens chocantes das ruínas, mas quanto as vítimas ?

As forças de ocupação Americana censurou as fotos das cidades bombardiadas. As fotos foram classificadas como secretas por muitos anos. Algumas imagens foram publicadas depois por diferentes meios, mas não sempre vistas juntas. Esse é o horror que eles não queriam que nós vissemos, e que não NUNCA devemos esquecer:

1. Os Sinais

Todos os relógios encontrados estavam parados às 8:15 am, a hora da explosão

Dentro de uma certa distância do centro da explosão, o calor foi tão intenso que praticamente tudo foi vaporizado. As sombras dos parapeitos foram imprimidas no chão da ponte Yorozuyo, meio kilometro ao sul do hipocentro. Em Hiroshima, tudo o que sobrou de alguns humanos, sentados em bancos de pedras próximos ao centro da explosão, foram as suas silhuetas.

A fotografia abaixo mostra escadas de pedra de um Banco, onde uma pessoa foi incinerada pelos raios de calor.

2. O massacre

Em 6 de Agosto de 1945 às 8:15am, uma bomba atômica carregada de Urânio explodiu 580 metros acima da cidade de Hiroshima com um grande Flash brilhante, criando um gigante bola de fogo, a temperatura no centro da explosão chegou aos 4,000ºC. Mandando raios de calor e radiação para todas as direções, soltando uma grande onda de choque, vaporizando em milisegundos milhares de pessoas e animais, fundindo prédios e carros, reduzindo uma cidade de 400 anos à pó.

Adultos e crianças foram incinerados instantaneamente ou paralisados em suas rotinas diárias, os seus organismos internos entraram em ebulição e seus ossos carbonizados.

No centro da explosão, as temperaturas foram tão quentes que derreteram concreto e aço. Dentro de segundos, 75,000 pessoas foram mortas ou fatalmente feridas.

As mortes causadas pela radiação ainda aconteceram em grandes números nos dias seguintes. “Sem aparente motivo as suas saúdes começaram a falhar. Eles perderam apetite. Seus cabelos cairam. Marcas estranhas apareceram em seus corpos. E eles começaram a ter sangramentos pelas orelhas, nariz e boca”.

Médicos “deram aos seus pacientes injeções de Vitamina A. Os resultados foram horríveis. E buracos começaram a surgir em seus corpos causado pela injeção da agulha. Em todos os casos as vítimas morreram”.

A foto acima mostra o olho de uma vítima que olhou a explosão. O olho ficou opaco próximo à pupila.3. Hibakusha

Hibakusha é o termo usado no Japão para se referir as vítimas das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki. A tradução aproximada é “Pessoa afetada por explosão”.

Eles e suas crianças foram (e ainda são) vítimas da falta de conhecimento sobre as consequências das doenças causadas por radiação.

Muitos deles foram despedidos de seus empregos. Mulheres Hibakusha nunca se casaram, muitos deles tinham medo de dar a vida para uma criança deformada. Os homens também sofreram discriminação. “Ninguém quis se casar com alguém que poderia morrer em poucos anos”.

4. Yamahata, o fotógrafo de Nagasaki

Em 10 de Agosto de 1945, o dia depois dos ataques à Nagasaki, Yosuke Yamahata, começou a fotografar a devastação. A cidade estava morta. Ele caminhou através da escuridão das ruinas e corpos mortos por horas. Mais tarde, ele fez as suas últimas fotos próximas a estação médica, ao norte da cidade. Em um único dia, ele completou o único registro fotografico logo após às bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.

“Um vento quente começou a soprar - ele escreveu depois - Aqui e lá a uma distância eu vi muitos incêncios. Nagasaki foi completamente destruida”.

As fotografias tiradas por Yamahata são o mais completo registro das bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagasaki tiradas logo após os ataques. O The New York Times chamou as fotografias de Yamahata, “um pouco das imagens mais poderosas já feitas”. Mr. Yamahata foi diagnosticado com câncer em estágio terminal, causado pelos efeitos da radiação recebida em Nagasaki em 1945. Ele morreu no dia 18 de Abril de 1966, e ele foi enterrado no Tama Cemetery em Tóquio.

Mais informação e fontes: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9

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Aug 6
Vivendo nas sombras
icon1 Samantha | icon2 TV | icon4 08 6th, 2007| icon3No Comments »

Ontem assisti uma reportagem no Discovery Channel que falava sobre os imigrantes mexicanos que correm grandes riscos para atravessar a fronteira em busca de emprego nos Estados Unidos. O especial se chama Vivendo nas Sombras e mostra um panorama que, exceto pelo fato de serem ilegais, lembra um pouco das dificuldades e “ijime” que os brasileiros sofrem no Japão.
Vale a pena conferir.

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