May 23
icon1 Samantha | icon2 Uncategorized | icon4 05 23rd, 2007| icon31 Comment »

Sadanori Shiraishi, meu Ditian!

Não sei o ano da foto, que me foi enviada ao Japão em 1999, ano do centenário dele, por uma tia, para eu visitar a cidade dele, caso eventualmente encontrasse algum parente vivo.
Ditian é uma figura tão mítica para mim, tão envolta em histórias mirabolantes, que sempre me pareceu irreal. Esta foto, com a exata pose e carisma que meu pai sempre enalteceu nas histórias, me fez crer em todas as aventuras dele.
Sabem aquele pai do Peixe Grande? Pois aquilo tudo ainda é pouco perto do que este japonês de Fukuoka, que migrou sozinho para o Brasil aos 14 anos, fez por aqui. Fugiu de índios a quem conquistara por parecer com eles quando morou no Mato Grosso, em pleno pré-guerra teve uma sociedade com um francês para plantar menta, fez o parto de nove dos dez filhos que teve com a esposa, mas acima de tudo foi um homem político, envolvido nas causas em que quis.
Por acaso ou não, meu pai foi o único filho a quem ele não viu nascer, pois estava preso em 1942, quando o Brasil prendeu imigrantes do”Eixo”. Quando li sobre isto no livro de Fernando Morais identifiquei exatamente a cidade onde meu pai nasceu e entendi parte da minha própria história. Creio que o Ditian tenha sido uma figura marcante na época dos Corações Sujos, seja de um lado, seja de outro, porque ele nunca foi de ter meias idéias ou calar sua opinião.
Será que tive a quem puxar? (risos)

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May 21
icon1 Samantha | icon2 Uncategorized | icon4 05 21st, 2007| icon3No Comments »

Dekassegui

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O termo dekassegui (???) é formado pelas palavras japonesas deru????? (sair) e kasegu? ???? (ganhar dinheiro), designando qualquer pessoa que deixa sua terra natal para trabalhar, temporariamente, em outra região. Por exemplo, os japoneses que vivem em Hokkaido e que vão aos grandes centros a trabalho - como Tokyo e Osaka - também são chamados de dekasseguis. Da mesma forma, assim são igualmente denominados os brasileiros, peruanos e outros latino-americanos que emigram para o Japão.

No início do século milhares de japoneses imigraram para outros países com o intúito de fazer fortuna e voltar para o Japão. No caso do Brasil a imigração começou em 1908 com a vinda de 781 camponeses principalmente da região de Hiroshima.

Chama-se “fenômeno dekassegui” tal imigração de brasileiros, que teve seu início no fim da década de 1980. Oficialmente, iniciou-se em junho de 1990, com a mudança na legislação de imigração japonesa, permitindo ao descendente de japonês (nikkei, ??) receber um visto de trabalho no país. Entretanto o visto para descendentes de japoneses é concedido até a terceira geração (Sansei?, no caso da quarta geração (Yonsei) quando filhos, faz-se necessário a companhia dos pais (3º Geração).

Em 2005 o Ministério da Justiça estimou que 302 mil brasileiros vivem no Japão legalmente, enviando todos os anos entre 1,5 e 2 bilhões de dólares para o Brasil. Os brasileiros representam o terceiro maior contingente imigrante no Japão, apenas atrás dos chineses e dos coreanos. No Brasil, é contabilizado como o terceiro maior grupo vivendo fora do país. Em contrapartida no Brasil está a maior concentração de descendentes de japoneses fora do Japão.

Atualmente as maiores concentrações de brasileiros no Japão se encontram em Aichi (Nagoya), Shizuoka (Hamamatsu) e Gunma (Oizumi)

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May 21
icon1 Samantha | icon2 liberdade, matsuri | icon4 05 21st, 2007| icon3No Comments »

Colônia Japonesa comemora 99 anos de imigração


Neste domingo o bairro da Liberdade festejou os 99 anos de imigração japonesa no Brasil com o Bunka Matsuri, sobre o qual fala a nota abaixo.
Minha colega de trabalho Mari China há dois anos compõe o grupo de Taiko Ryukyiu Kokui Matsuri Daiko que mistura os tradicionais tambores orientais com muita dança e se apresenta em muitos eventos nipo-brasileiros. Mari e sua irmã Mayumi são descendentes de japoneses da ilha de Okimnawa, local de onde vieram alguns dos mais famosos ícones da cultura japonesa a se popularizar no ocidente.
Parabenizamos aqui seu exemplo em manter viva a tradição de seus antepassados e, como os outros participantes dos belos matsuris, nos presentear com momentos tão especiais.



3º Festival Bunka Matsuri - A Festa da Cultura Japonesa

Festa celebra a chegada da comunidade nipônica no Brasil


Em comemoração aos 99 anos da imigração japonesa, a comunidade nipo-brasileira organiza o 3º Festival Bunka Matsuri - A Festa da Cultura Japonesa . O evento celebra a diversidade cultural do Japão, com suas músicas e danças típicas.

Entre as atrações estão programadas demonstrações da Cerimônia do Chá (chadô), sumiê (pintura com tinta sumi) e workshops grátis de shodô (caligrafia japonesa com tinta sumi). Algumas técnicas de jogos de raciocínio e demonstrações de artes marciais também fazem parte da festa. Para os jovens, uma atração são as mostras e oficinas de manga e anime.

Os visitantes podem encontrar pratos típicos da culinária japonesa, como yakisoba, yakitobi (espertinho de frango) e tempurá. Os interessados podem fazer um passeio monitorado pelo Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil e uma exposição de projetos e atividades programadas para a celebração do Centenário da Imigração, em 2008.

O sentido da expressão Bunka Matsuri equivale à cultura e festa.

Notícia que saiu nesta segunda-feira pela manhã no Bom Dia São Paulo.
Bom Dia São Paulo
A festa animou o bairro da Liberdade, no centro da capital. Foi a terceira edição do Bunka Matsuri. Em português, Festa de Cultura.

para ver o vídeo clique aqui.

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May 18
icon1 Samantha | icon2 tecnologia e compras | icon4 05 18th, 2007| icon3No Comments »

Tecnologia por até 10 mil ienes
Aparelhos são boa saída para quem quer ter conforto e economizar

Com uma nota de 10 mil ienes é possível comprar um iPod Shuffle, membro caçula da consagrada linha de MP3 players da Apple, disponível até em kombinis. Preço: 9800 ienes
Fotos tiradas em câmeras digitais podem ser impressas na Canon Pixas iP2500, com resolução de até 4800X1200dpi. Preço: 9880 ienes
O MP3 player iRiver T50, com 1GB de memória, garante um controle simples das músicas através de um pequeno joystick ao lado do visor. Preço: 9980 ienes
A Exemode DC567, da KFE Japan, tem definição de 5.0 megapixels e zoom de até 4X, satisfazendo as exigências dos fotógrafos de fim de semana. Preço: 9980 ienes
Além do tocador de CDs básico, o Exemode CDR-291 é versátil, com a entrada USB e slot para cartões SD. Preço: 9800 ienes

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May 7
icon1 Samantha | icon2 Uncategorized | icon4 05 7th, 2007| icon3No Comments »

Serviço de entrega de encomenda: rápido e seguro


“Takkyuubin” é um nome registrado pela Yamato mas é usado popularmente para descrever esses serviços

(do IPC on line)

function MostrarVideo() { obj = document.getElementById(’video’); if (obj) { if (typeof obj.style !== “undefined”) { obj.style.display = ‘block’; try { embedvideo.DoPlay(); } catch (e) { embedvideo.Play(); } } } } function EsconderVideo() { obj = document.getElementById(’video’); if (obj) { if (typeof obj.style !== “undefined”) { obj.style.display = ‘none’; try { embedvideo.DoStop(); } catch (e) { embedvideo.Stop(); } } } } function TocarAudio() { obj = document.getElementById(’audio’); if (obj) { if (typeof obj.style !== “undefined”) { obj.style.display = ‘block’; try { embedaudio.DoPlay(); } catch (e) { embedaudio.Play(); } } } } function MostrarFotoDeNoticia() { }
Os serviços funcionam 24h e também durante os finais de semana e feriados, mas nestes, o horário é mais restrito function abrir_janela(file, name, params) { try { // w = window.open(file, name, params); fotodenoticia.window.location.href=file; obj = document.getElementById(’imgsource’); if (obj) { obj.style.display = ‘none’; } obj = document.getElementById(’fotodenoticia’); if (obj) { obj.style.display = ‘block’; } } catch (e) { } }

Os serviços funcionam 24h e também durante os finais de semana e feriados, mas nestes, o horário é mais restrito ( )

Os serviços funcionam 24h e também durante os finais de semana e feriados, mas nestes, o horário é mais restrito

É difícil quem nunca tenha visto em plena cidade uma frota de “pelicanos”, “gatos pretos” e “panteras”. Essa movimentação é um dos principais meios de deslocamento de materiais no Japão. Quem, por exemplo, assistiu ao desenho animado Majo no Takkyuubin, sobre uma bruxinha que transporta encomendas em sua vassoura, já deve estar familiarizado com o sistema de entrega de pequenos pacotes existente no Japão.

Trata-se do serviço de entrega de encomendas chamado de takuhaibin, que ficou mais conhecido como takkyuubin, que, como outros produtos, pegou o nome de uma das marcas mais populares “emprestado”.

Takkyuubin é um nome registrado pela empresa Yamato Holdings Co. Ltd. (mais conhecida como Kuroneko, por seu símbolo, um gatinho preto). Somente a empresa tem o direito de usá-lo, mas como ela foi pioneira, o próprio nome da empresa virou sinônimo para indicar o serviço de entrega de pequenas encomendas.

É uma forma prática e relativamente barata de enviar bagagens, produtos, documentos e pequenos volumes para qualquer parte do Japão e para o exterior. A área de abrangência varia conforme a empresa, pois todo o transporte é feito por funcionários e veículos próprios (exceto durante o traslado aéreo, marítimo ou fluvial). Algumas empresas oferecem atendimento em inglês (veja contatos ao lado).

O cliente pode levar a encomenda até as lojas de conveniência conveniadas e escolher por qual empresa enviar ou ir até o escritório mais próximo. O serviço pode ser feito porta a porta, sem taxa extra para que a empresa busque o material em casa, geralmente para encomendas de grande porte. A empresa deve ser contactada por telefone ou via internet.

No caso de bagagens, geralmente as empresas mantêm pontos de atendimento em aeroportos, bem próxima às áreas de desembarque. Quem já andou pelos trens do Japão no horário de pico, sabe que não é fácil e nem divertido carregar volumes extras.

Outra comodidade é a possibilidade de determinar a hora em que o entregador vai chegar. Assim, não há o risco de ficar esperando pela encomenda ou estar fora de casa no momento da entrega. O funcionário da empresa também costuma ligar para a pessoa antes de se dirigir ao endereço. Se houver algum contratempo, pode-se renegociar o horário da entrega.

Existe o envio do pacote com pagamento antecipado (motobarai) e o pagamento quando o destinatário recebe (chakubarai). Na hora de preencher o formulário é necessário especificar qual é o tipo de envio. Ainda há o serviço de entrega de produtos que necessitam cuidado quanto a temperatura. Neste caso é necessário especificar se o produto deve ser transportado de forma refrigerada ou congelada.

Hoje, além dessas entregas, as mesmas empresas fazem mudanças, transportes de materias para golfe e esqui, e pacotes de 60 a 160 cm por ar, terra e mar e também em outros continentes. Além disso, também recebem pedidos via celular.

Tradição

De acordo com o site da Sagawa Express, o cônsul-geral britânico no Japão no final da era Edo, Sir Rutherford Alcock, escreveu sobre o hikyaku, como eram chamados os mensageiros expressos naquele tempo.

“Eles se movem rapidamente e podem correr cerca de 850 milhas de Nagasaki a Hakodate em nove dias. São confiáveis e quase sempre chegam em tempo”. Dizia-se que os hikyaku arriscavam a vida nas entregas com o lema de que “a encomenda é tudo”.

Esse espírito foi adotado pelas empresas de transporte japonesas, como a Sagawa Express, que usa o nome hikyaku para seus serviços, mesmo, como grande parte delas, tendo surgido após a Segunda Guerra Mundial.

Nos primeiros meses da empresa, fundada em 1957, os pacotes eram carregados pelos entregadores. Seis meses depois, passaram a usar bicicleta. Em seguida, motos, hikishás e caminhões.

A pioneira em fazer entregas de encomendas além do serviço de correio foi a Yamato Holdings Co. Ltd., que foi fundada em 1919 e iniciou os serviços com quatro caminhões que poderiam ser alugados pelos clientes.

O famoso logo da empresa, uma gata preta carregando seu filhote, foi definido em 1957 e foi uma forma criativa e graciosa de indicar que a empresa transportaria as encomendas com o cuidado que uma mãe tem ao carregar seu filho.

Acompanhamento

Além da vantagem de receber e entregar os volumes transportados na casa dos clientes, as empresas transportadoras disponibilizam na internet um mecanismo de consulta para acompanhar a trajetória do pedido. Também existe um serviço via e-mail que avisa quando o pacote foi entregue.

Esse acompanhamento permite que o cliente fique mais tranqüilo em relação à segurança do pacote. Se quiser, pode-se optar ainda por um seguro especial para o pacote, geralmente para objetos valiosos, mas qualquer problema durante o transporte é de responsabilidade da empresa. Elas garantem o ressarcimento de um artigo semelhante, no caso da Yamato, no valor de até ¥ 300 mil. Antes de efetuar o traslado, é feita a verificação da embalagem para ver se o produto está acondicionado de forma apropriada.

Como utilizar o serviço

Principais transportadoras japonesas:

Quanto custa mandar uma encomenda?

Os preços cobrados pelas empresas de entrega variam de ¥ 740 a ¥ 62.510. O que interfere no valor da remessa:

  1. Prioridade - As empresas possuem diversos tipos de prazos para a entrega da sua encomenda. Algumas até se comprometem a levar até o destinatário, geralmente documentos, no mesmo dia. O prazo normal é de um dia se o local de retirada e entrega for na mesma região do país. Quanto mais expresso, mais caro o serviço.
  2. Tamanho e peso - Existe uma tabela com medidas e pesos para cada tipo de serviço prestado. O preço varia de acordo com certos limites e não conforme as medidas exatas da encomenda.Um pacote de 1,250kg e 65 cm de altura, por exemplo, poderá ser tarifado como “até 2kg” e “até 80 cm”. Recentemente, uma nova modalidade de takkyuubin, da empresa Yamato, permite que materiais de até 1 cm de espessura e tamanho A4 (folha de sulfite) sejam enviado para qualquer parte do Japão por apenas ¥ 80.
  3. Localidade - Geralmente para destinatários localizados em ilhas distantes ou locais montanhosos, mesmo dentro do território japonês, aumenta o prazo de entrega em um dia. Se a encomenda for para o exterior, o prazo é diferente.
  4. Meio de transporte - Aviões, navios e trens, além da própria frota de caminhões, são utilizados na distribuição dos pacotes.

:: Correios - Os correios japoneses também prestam os serviços de entrega de pequenas encomendas e, assim como as empresas privadas, também recebem os pedidos em algumas lojas de conveniência.

Preencha o formulário

Disponíveis apenas em japonês, os formulários de encomenda requerem certos cuidados ao serem preenchidos. Fique atento aos seguintes termos:

japonês

português

kanji

Otodokesaki Destinatário

????

Goirainushi Remetente

????

Yuubin Bangoo Código postal

?????

Denwa Bangoo Número de telefone

????

Juusho Endereço

??

Shimei Nome

???

Otoiawase Denpyoo Bangoo Número da remessa

???????????

Uketsukebi Data de envio

???

Otodoke Yoteibi Data que deve ser entregue

???????

Gozenchuu No período da manhã

???

Hinmei Nome do produto, tipo de produto- especificar se a encomenda é perecível ou frágil

??

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May 3
O que é kosseki tohon?
icon1 Samantha | icon2 kosseki | icon4 05 3rd, 2007| icon3No Comments »

A primeira providência a se tomar para tirar visto específico de descendente para trabalhar no Japão como dekassegui é ter uma via recente do kosseki tohon.

Mas afinal, o que é kosseki tothon?

É um documento que, como uma espécie de árvore genealógica da família, comprova que a pessoa é descendente de uma família japonesa. Se não houver mais nenhum ancestral japonês vivo ou se aquele ramo da família (cada homem inicia um novo ramo quando se casa e tem filhos) já não tem continuidade no Japão, o documento se chama josseki tohon.

E como solicitar um destes documentos?

Se algum parente seu já foi para o Japão como dekassegui, fica mais fácil, é só pedir uma cópia simples do aque ele tiver e enviar para a prefeitura no Japão, com o pagamento de uma taxa.
Se sua familia nunca pediu uma cópia atualizada de kosseki tohon, como acontece quando não houve nenhum dekassegui, você pode pedir o kosseki tohon atualizado com base no passaporte japonês do seu ancestral que migrou do Japão para o Brasil. Verifique com os familiares mais velhos se este documento ainda existe, pois lá será possível verificar o endereço completo de nascimento de seu avô. No Japão as pessoas são registradas na prefeitura, são muitas cidades ou vilas, e tudo fica na administração local.
Se você viajar por agência de empregos, pedir nova via do kosseki costuma fazer parte do pacote oferecido.
Se for por convite de parente, peça que ele solicite diretamente do Japão. A questão para pedir por conta própria é você precisa juntar sua documentação:
-cópia do RG seu e do pai/mãe descendente
-cópia da certidão de nascimento
-cópia antiga do kosseki tohon ou - senão se for o primeiro pedido da familia - do passaporte japonês com o qual a familia chegou no Brasil).
Junto com o pedido deverá ter uma carta com a solicitação em japonês e o pagamento de uma taxa, uma espécie de selo, como as nossas GRs aqui, que na verdade é um tipo de vale postal, chamado kogawase. O custo é de 450 ienes. Caso todas as pessoas que constem do kosseki já estejam falecidas, solicita-se o josseki tohon, que custa 750 ienes.

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